Agosto 29, 2025
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Imprensa

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Neste último domingo, 27 de julho, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, através da Coordenadora Geral, Renata Soeiro, e da Diretora Solange Ribeiro, participou da 11ª Marcha das Mulheres Negras, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Milhares de pessoas estiveram reunidas para o evento que teve como tema "Mulheres negras rumo à Brasília: contra o racismo, por justiça e o bem viver".

O movimento aconteceu no dia em que a vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, completaria 46 anos. E contou com a presença de familiares da parlamentar, entre elas a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Lideranças de movimentos sociais, também marcaram presença.

“Marchamos, juntas, para dar às mulheres negras o lugar de destaque que elas merecem. Por reparação, bem viver, e por todas que vieram antes de nós. E, também, pela ancestralidade que continua nos guiando”, comentou Renata Soeiro.

Durante a caminhada, diversas mulheres negras que fizeram parte da história ou foram figuras importantes, foram homenageadas. Como a cantora Preta Gil, que morreu no último domingo (20) aos 50 anos.

A marcha também contou com apresentações culturais e manifestações artísticas.

Você já ouviu falar em meta atuarial, mas ainda tem dúvidas sobre como ela afeta seus benefícios, a rentabilidade dos investimentos ou o equilíbrio dos planos da Funcef? A campanha A Meta em Seu Benefício, realizada pela Fenae, Contraf-CUT e Anapar vai sanar suas dúvidas. Afinal, foi criada justamente para isso! Traduzir o assunto, explicar os impactos e defender os seus direitos como participante dos planos da Fundação.

Nos últimos meses, diversos conteúdos foram divulgados para explicar o que é a meta atuarial, como ela entra no cálculo do benefício, como a alteração desta taxa impacta ativos e aposentados e quais as consequências caso ela não seja alcançada.

Neste tira-dúvidas, reunimos as principais perguntas e respostas publicadas nos canais oficiais da campanha. A ideia é ajudar você a entender de vez esse assunto que, embora técnico, tem tudo a ver com o seu futuro.

Todo o conteúdo também está disponível aqui. Clique e acesse.

Ainda tem alguma dúvida? Fale com a gente! Envie sua pergunta para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo WhatsApp: (61) 98142-8428.

Nosso compromisso é com a transparência e o seu direito à informação sobre seus benefícios. Acesse o site da campanha e saiba mais!

Fonte: Contraf-CUT

Um homem de 58 anos foi condenado nesta semana a 2 anos e 10 meses de prisão por crime de racismo, em Tijucas, região da Grande Florianópolis (SC). A pena deverá ser cumprida em regime aberto. O réu ainda pode recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça e seguirá em liberdade enquanto aguarda o julgamento do recurso.

O crime ocorreu no final de 2023, dentro de uma agência bancária da cidade, e foi registrado pelas câmeras de segurança do local. As imagens mostram que o homem tentou entrar na agência, mas foi barrado na porta giratória por portar objetos metálicos, como um celular e um molho de chaves. O vigilante Eric Santana dos Santos, de 47 anos, seguiu o protocolo e orientou o cliente a colocar os itens em uma gaveta coletora transparente, procedimento padrão.

A reação do cliente, no entanto, foi agressiva. Ele começou a insultar um funcionário que auxiliava no autoatendimento e, em seguida, voltou-se contra o vigilante com ofensas verbais. Antes de sair do local, ainda fez gestos obscenos e imitava sons e movimentos de um macaco, em clara atitude racista.

Eric, que atua como vigilante há uma década, conseguiu anotar a placa do veículo do agressor, o que permitiu sua identificação. Com apoio das imagens e de testemunhas, ele procurou a Polícia Civil e registrou a ocorrência. O nome do agressor não foi divulgado, pois o processo corre sob segredo de Justiça.

Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, o caso evidencia o racismo estrutural que ainda impera nas relações sociais e no ambiente de trabalho. "As estatísticas têm mostrado o quanto uma grande parcela da sociedade e instituições são racistas e cruéis com a maioria da população brasileira, que são os pobres e negros. Em pleno século XXI, por mais que se aprofunde o debate sobre as questões raciais no Brasil, seguimos sofrendo ataques constantes e diários. São necessárias políticas mais severas para conter atitudes como o crime cometido contra esse vigilante, em Florianópolis", afirmou.

A condenação se baseia na Lei 14.532/23, que equipara a injúria racial ao crime de racismo, com penas mais rígidas. Apesar disso, Almir destaca que ainda há lacunas importantes a serem preenchidas, especialmente no setor financeiro. "Debatemos com a Fenaban, na última negociação sobre igualdade de oportunidades, a criação de um protocolo de procedimentos em casos de racismo no sistema financeiro, tanto contra bancários como contra trabalhadores negros, como os que atuam na área de limpeza e vigilância", pontuou o dirigente.

A Contraf-CUT reforça a importância de que vítimas de racismo procurem apoio e denunciem. “Somente com o enfrentamento direto e coletivo será possível combater o preconceito e construir ambientes mais justos e igualitários”, finalizou Almir.

Fonte: Contraf-CUT

Os conselheiros eleitos do Instituto Economus divulgaram um documento público cobrando avanços no processo de isonomia de direitos entre trabalhadores oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, como o antigo Banco Nossa Caixa, e os demais empregados do banco público, tanto da ativa quanto aposentados.

A discussão sobre a isonomia se arrasta há mais de 15 anos, desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo BB, e ganhou novo impulso com a conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2024, que estabeleceu o prazo de 31 de julho para que o Banco do Brasil apresente uma proposta concreta sobre questões ligadas à previdência e saúde dos bancários incorporados.

O documento reforça que a busca pela isonomia — por meio da adesão à Cassi e à Previ, da inclusão da participação do banco no pós-laboral e da implementação da nova tabela PIP — representa uma demanda legítima e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade. Para os conselheiros, é essencial que o BB trate de forma equitativa todos os seus funcionários, sem distinções baseadas na origem bancária.

A coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, reforça a cobrança por parte das representações sindicais. “Nos somamos aos conselheiros eleitos do Economus nessa luta que já dura mais de uma década. É inaceitável que ainda existam trabalhadores com direitos distintos dentro de uma mesma empresa pública. A isonomia não é apenas uma reivindicação histórica dos colegas incorporados, mas uma questão de justiça. Cobramos que o Banco do Brasil honre o compromisso assumido na mesa de negociação da Campanha Nacional 2024 e apresente, até o fim deste mês, uma proposta que contemple de forma efetiva as reivindicações desses bancários e bancárias.”

O posicionamento dos conselheiros eleitos do Economus também destaca a necessidade de uma análise técnica da proposta a ser apresentada, de forma que ela assegure a sustentabilidade da previdência e da assistência médica para os trabalhadores incorporados, sem comprometer os direitos já consolidados dos demais.

O documento ainda alerta que as diferenças de tratamento geram distorções que afetam tanto os direitos individuais quanto a coesão do corpo funcional do BB. Os conselheiros cobram uma postura transparente, responsável e célere por parte do banco, que demonstre real comprometimento com a igualdade de direitos entre todos os seus funcionários.

Por fim, os conselheiros convocam todos os trabalhadores e trabalhadoras do Banco do Brasil, independentemente da origem — seja do BB, Banco Nossa Caixa, BESC ou BEP — a se unirem em torno da luta por isonomia plena, reafirmando que o diálogo e a solidariedade são fundamentais para a construção de um futuro mais justo e equilibrado para toda a categoria.

Fonte: Contraf-CUT

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão regulador vinculado ao governo federal, aprovou o novo regulamento do plano Previ Futuro, que traz uma mudança estruturante para os associados da Previ: a nova Tabela PIP (Pontuação Individual do Participante).

A aprovação é resultado de uma reivindicação histórica do movimento sindical bancário, que há anos cobra melhorias na fórmula de cálculo da PIP para ampliar o acesso à Contribuição Adicional com contrapartida do Banco do Brasil. Essa vitória representa mais um passo na luta por uma aposentadoria mais segura, justa e digna para os trabalhadores e trabalhadoras do BB.

Com a nova Tabela PIP, será possível contribuir com valores maiores desde o ingresso no plano, ampliando o saldo de conta dos associados e possibilitando uma reserva previdenciária mais robusta no longo prazo.

A mudança permitirá que cerca de 17 mil colegas da ativa passem a ter acesso à Contribuição Adicional (2B), com direito à contrapartida do banco — possibilidade antes limitada por barreiras na pontuação individual. Ao todo, 63 mil participantes do Previ Futuro serão beneficiados com a nova sistemática, aumentando significativamente sua capacidade de poupança previdenciária.

Para Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), a nova tabela representa um avanço fundamental. "A nova Tabela PIP é extremamente importante para que os associados do Previ Futuro possam, de forma mais justa e acessível, ampliar suas contribuições e garantir uma aposentadoria mais tranquila. Lutamos muito por essa mudança, que representa mais equidade, mais segurança e mais dignidade para os trabalhadores e trabalhadoras do BB."

Avanços com a nova Tabela PIP

Contribuição mais cedo: Antes da alteração, os participantes levavam, em média, nove anos para atingir pontuação suficiente e começar a contribuir com valores adicionais. Agora, será possível contribuir mais desde o início no plano.

Vantagem fiscal: O aumento da contribuição possibilita ao associado ampliar o valor dedutível no Imposto de Renda, gerando economia no presente e mais recursos acumulados no futuro.

A previsão é que a nova Tabela PIP entre em vigor já na folha de pagamento de agosto. Previ e Banco do Brasil trabalham conjuntamente para garantir a implementação rápida e eficaz da nova metodologia.

O que é a PIP?

A Pontuação Individual do Participante (PIP) é um indicador que integra o cálculo da Contribuição Adicional (2B), que conta com o aporte equivalente do Banco do Brasil. Essa pontuação é uma das variáveis que, somadas à rentabilidade e ao tempo de contribuição, determinam o saldo de conta dos associados do plano Previ Futuro.

Para o presidente da Previ, João Fukunaga, a mudança é resultado direto do engajamento coletivo dos trabalhadores. "Essa é uma conquista histórica, fruto da luta dos trabalhadores do BB, e que se tornou possível graças à sólida parceria entre a Previ e o Banco do Brasil."

Com a nova Tabela PIP, a Previ reafirma seu compromisso com o fortalecimento da previdência complementar dos bancários e com a democratização do acesso à Contribuição Adicional — essencial para a construção de um futuro mais estável e digno para seus associados.

Fonte: Contraf-CUT

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES), iniciou uma consulta para entender os desafios que os bancários e bancárias enfrentam em sua rotina de trabalho.

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense é filiado à esta Federação. 

A pesquisa é aberta a todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro, sindicalizados ou não, que pertencem aos Sindicatos filiados à Federação: Angra dos Reis e Região, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna e Região, Macaé e Região, Nova Friburgo e Região e Três Rios e Região.

Compartilhe seu relato, seja sobre assédio moral, assédio sexual ou cobrança excessiva de metas, e contribua para a luta por um ambiente de trabalho mais humano e justo.

Os trabalhadores têm até o dia 30 de julho para responder e o sigilo das respostas é garantido.

Para participar, basta acessar o linkhttps://forms.gle/h5QC27UbRoSU88Jd7

Sua voz faz a diferença!

E SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL!

Bancárias e bancários devem ficar atentos: se ainda não tiverem usufruído da folga assiduidade, prevista na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), o prazo termina em 31 de agosto de 2025.

Os bancos concederão 1 (um) dia de ausência remunerada ao empregado, devida a todos com, pelo menos, um ano de vínculo empregatício, em efetivo exercício na data da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho, e que não tenha nenhuma falta injustificada ao trabalho nos seguintes períodos:

a) fruição de 1º.09.2024 a 31.08.2025, relativamente à frequência de 1º.09.2023 a 31.08.2024; e

b) fruição de 1º.09.2025 a 31.08.2026, relativamente à frequência de 1º.09.2024 a 31.08.2025.

A folga não pode ser convertida em pecúnia (dinheiro), não adquire caráter cumulativo e não poderá ser utilizada para compensar faltas ao serviço.

A data deve ser definida em conjunto com o gestor.

IMPORTANTE

O banco que já concede qualquer outro benefício que resulte em folga ao empregado, tais como faltas abonadas, abono assiduidade, folga de aniversário, e outros, fica desobrigado do cumprimento desta cláusula, sempre observando a fruição dessa folga em dia útil e dentro do período estipulado no parágrafo primeiro.

Qualquer problema, comunique ao Sindicato.

A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região (Seeb-SP), Neiva Ribeiro, e o deputado estadual, Luiz Claudio Marcolino (PT-SP), recepcionaram o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na tarde desta sexta-feira (18).

“Na oportunidade, conversamos sobre os desafios atuais no mercado de trabalho, como a ampliação da pejotização, no lugar das contratações CLT, e os impactos da Inteligência Artificial nos empregos”, ressaltou Juvandia Moreira.

“Também discutimos assimetria regulatória, que prejudica os direitos dos trabalhadores que deveriam receber todos os direitos dos bancários", completou Neiva Ribeiro.

O deputado Luiz Claudio reforçou que cobraram ainda a desoneração tributária “que tem impactado de forma negativa na fraude fiscal de alguns bancos”, e agradeceu a reunião que teve em Brasília, com o ministro, onde trataram do seguro defeso dos pescadores do Estado de São Paulo.

Fonte: Contraf-CUT

Nesta terça-feira, 22 de julho, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou o Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa.

A atividade ocorreu em agências e departamentos do banco da região, onde os dirigentes sindicais falaram com funcionários e funcionárias, além de clientes. E também distribuíram o Boletim Avante, que contribuiu com o diálogo com os presentes.

Em todo o país, empregadas e empregados da Caixa se mobilizaram para reivindicar reajuste zero nas mensalidades do Saúde Caixa, melhorias na rede credenciada e descentralização do atendimento aos usuários e prestadores de serviço.


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As inscrições para o processo de escolha dos membros das Comissões Regionais de Diversidade vão até o dia 23 de julho (quarta-feira). Para participar, as interessadas e interessados devem acessar o Portal Pessoas.Caixa, ler o “Regulamento de Seleção de Novos Membros das Comissões Regionais de Diversidade” e preencher o formulário.

“Respeito à diversidade não é caridade, mas sim um valor importante e produtivo para uma empresa como a Caixa, que é o banco público com o maior número de clientes e agente financeiro de políticas públicas. A ‘cara’ da Caixa deve ser a cara do povo brasileiro, diverso. Mais do que declarações, nosso objetivo é provocar mudanças concretas na vida de quem constrói a Caixa no dia a dia, com mais oportunidades para o conjunto, enxergando e valorizando as diferenças que nos fazem humanos”, disse a integrante da Comissão da Diversidade – Região Norte, indicada pela Contraf CUT, Tatiana Oliveira, ao ressaltar a importância da participação das colegas e dos colegas no processo seletivo.

Como parte da inscrição, é preciso enviar o documento de interesse (com até mil palavras) descrevendo suas motivações, experiências relevantes, publicações acadêmicas (caso possua) e outras ações que tenha realizado e sejam alinhadas à diversidade, além, é claro de dizer como pretendem contribuir para a promoção de um ambiente de trabalho mais inclusivo, justo e equânime.

São oito comissões ligadas a cada uma das Gipes (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo). São cinco vagas para cada comissão para empregadas/empregados de diferentes cargos/funções e características identitárias (uma para cada eixo: equidade de gênero, raça/cor, pessoa com deficiência, gerações e LGBTQIA+).

A análise das inscrições ocorrerá entre 24 de julho e 14 de agosto, e a divulgação dos resultados será em 15 de agosto.

Quem pode se inscrever

  • Empregados da Caixa com pelo menos 3 anos de admissão;
  • Pessoas com características identitárias de cada um dos eixos;
  • Pessoas com afinidade e compromisso com a pauta da diversidade, equidade e inclusão.

Atribuições

  • Representar os empregados, em âmbito regional, no que diz respeito aos temas de diversidade, equidade e inclusão;
  • Atuar como multiplicadores da cultura de respeito e valorização da diversidade, por meio da condução de rodas de diálogo e ações de letramento (online e presencial);
  • Atuar em propostas coletivas e factíveis para o Programa Diversidade e Inclusão;
  • Participar ativamente dos grupos de afinidades em plataforma virtual;
  • Contribuir com a criação de soluções de letramento nos temas relacionados ao Programa Diversidade e Inclusão sob orientação da GIPES e da GECLN;
  • Participar de ações e eventos estratégicos do Programa Diversidade e Inclusão, independente do formato de realização.

Fonte: Contraf-CUT