Abril 02, 2026
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Imprensa

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Sindicatos de bancários de todo o país realizam, entre 19h do dia 11 e 14h do dia 12 de novembro, assembleias para deliberação sobre a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa (confirme o horário da assembleia em seu sindicato).

Na grande maioria das localidades (bases sindicais), a votação será feita de forma on-line, pelo site da plataforma de votação eletrônica https://bancarios.votabem.com.br (exceto nas bases dos sindicatos de São Paulo, Osasco e Região; do Espírito Santo; da Bahia; e em alguns sindicatos do Rio Grande do Sul).

Antes da votação, os sindicatos realizarão plenárias para esclarecimentos de dúvidas sobre o acordo (veja no sindicato de sua localidade como participar da planária).

Quem pode votar

Todas as empregadas e empregados da ativa, aposentadas, aposentados e pensionistas que sejam usuárias e usuários titulares do plano de saúde podem exercer o direito de voto.

Analise a minuta

A Contraf-CUT recebeu da Caixa a redação final da minuta do acordo era mais de 22h de segunda-feira (11) e disponibiliza aqui para que, antes das plenárias e das assembleias, os usuários possam analisar o documento antecipadamente e esclarecer suas dúvidas nas plenárias.

>>>>> Clique aqui e leia a minuta

Fonte: Contraf-CUT

Entre as 19h do dia 11 e as 14h do dia 12 de novembro, serão realizadas assembleias em sindicatos de todo o país para deliberação sobre a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa (confirme o horário da assembleia em seu sindicato).

A votação será feita de forma on-line, pelo site da plataforma de votação eletrônica https://bancarios.votabem.com.br (exceto nas bases dos sindicatos de São Paulo, Osasco e Região, do Espírito Santo e da Bahia).

Quem pode votar

Todas as empregadas e empregados da ativa, aposentadas, aposentados e pensionistas que sejam usuárias e usuários titulares do plano de saúde podem exercer o direito de voto.

Para votar, basta acessar a plataforma de votação e informar o número da matrícula e o CPF.

A Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários, assessorados pela Comissão de Organização dos Empregados (CEE) da Caixa, indicam a aprovação da proposta, resultado direto da mobilização nacional das trabalhadoras e trabalhadores, que conseguiram barrar o alto reajuste inicialmente proposto pela Caixa.

Vitória da mobilização: reajuste zero!

A primeira proposta da Caixa previa reajustes de até 71% nas mensalidades, sob a justificativa de que era necessário cobrir o déficit de R$ 346 milhões registrado até junho.

Com organização, mobilização e unidade da categoria, foi possível evitar que o déficit atual seja repassado aos usuários e preservar o caráter solidário e o pacto intergeracional que sustentam o plano.

Principais pontos da proposta negociada

  • Mensalidade dos titulares mantida em 3,5% da remuneração;
  • Valor dos dependentes mantido em até R$ 480;
  • Somatório das mensalidades (titular + dependentes diretos) continuará limitado a 7% da remuneração;
  • Teto anual de coparticipação preservado em R$ 3.600 por grupo familiar;
  • Déficits atuais não serão repassados aos usuários;
  • Pacto intergeracional e mutualismo garantidos;
  • Inclusão de filhos até 27 anos como dependentes;
  • Caixa e empregados pagarão a contribuição do plano sobre valores de ações judiciais de natureza remuneratória;
  • Negociação de medidas estruturantes em 2026, com vistas à sustentabilidade do plano;
  • Vigência do ACT até 31 de agosto de 2026, retomando as negociações conjuntas da campanha salarial.

A luta continua!

A negociação garantiu avanços e compromissos importantes da Caixa, e nossa organização precisará ser ampliada para conquistarmos outros pontos fundamentais para a sustentabilidade do plano, como:

  • Melhoria da rede credenciada e compartilhamento de redes com outros planos;
  • Maior transparência e efetividade nos comitês de credenciamento e descredenciamento;
  • Retomada das negociações em novembro para tratar de temas estruturais, como:
    • A manutenção da contribuição da Caixa no pós-aposentadoria para contratados após setembro de 2018;
    • O fim do teto de gastos da Caixa com a saúde do seu quadro de pessoal, limitado no Estatuto Social do banco em 6,5% da folha salarial.

Participe e fortaleça a luta!

A aprovação do ACT é fundamental para garantir a manutenção e o fortalecimento do Saúde Caixa, uma das maiores conquistas da categoria bancária.

Vote, participe e mostre mais uma vez a força da unidade das trabalhadoras e trabalhadores da Caixa!

Fonte: Contraf-CUT

No dia 14 de novembro, bancárias e bancários, sócios e não sócios, da base territorial do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, que prestam serviço para o Banco Bradesco S/A, participarão de assembleia remota, para deliberar sobre: Aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho sobre Registro Eletrônico de Jornada de Trabalho com vigência de dois anos a contar da sua assinatura.

A votação ocorrerá das 9 horas até às 18 horas.

PLENÁRIA

No mesmo dia 14/11, haverá uma plenária presencial, das 8h às 9h, na Sede do Sindicato, localizada na Rua Professor Henrique Ferreira Gomes 179 - Centro - Duque de Caxias/RJ. 

PARA VOTAR

Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/

O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)

IMPORTANTE

O Sindicato indica a aprovação do acordo.

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O VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro encerrou-se na última sexta-feira (7), em Fortaleza, com a aprovação de uma agenda estratégica para fortalecer o combate ao racismo e ampliar a inclusão da população negra no setor financeiro. Realizado na sede do Sindicato dos Bancários do Ceará, o encontro reuniu cerca de 120 participantes de sindicatos e federações de trabalhadores do ramo financeiro de todo o país e marcou simbolicamente o início do Mês da Consciência Negra, momento em que o movimento sindical reforça a defesa da memória de Zumbi dos Palmares e o compromisso com a igualdade racial.

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense esteve representado pela Coordenadora Geral Renata Soeiro.

“Saímos deste Fórum muito fortalecidos. Além da formação, temos ações futuras que iremos planejar com muito mais capacidade. O debate racial deve estar sempre no foco do meio sindical e, também, nos bancos”, avaliou Renata.

Durante dois dias de debates, painéis, exposições e trocas de experiências, o Fórum aprofundou a análise sobre desigualdade racial, políticas afirmativas, condições de trabalho, violência estrutural e desafios contemporâneos como o avanço da inteligência artificial no sistema financeiro. As discussões culminaram na aprovação da Carta de Fortaleza, documento que reúne propostas e ações concretas para os próximos meses.

A secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, destacou que o evento cumpriu plenamente seu papel ao articular formação, mobilização e encaminhamentos práticos. “Este Fórum superou as expectativas. Saímos daqui com mais consciência, mais formação e, principalmente, com ações objetivas construídas coletivamente. É um passo importante para manter o debate racial no centro da ação sindical e transformar realidades dentro dos bancos”, avaliou.

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Enfrentamento ao racismo estrutural

Os debates confirmaram que a realidade da população negra no mercado de trabalho, e especificamente no sistema financeiro, é marcada por graves desigualdades. Dados apresentados por pesquisadores mostraram que mulheres negras continuam a receber, em média, 53% a menos que outros trabalhadores, enquanto a violência segue atingindo de forma desproporcional a juventude negra, responsável por 79% das vítimas de homicídios registrados em 2024.

Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, o Fórum consolidou um acúmulo fundamental de diagnósticos e propostas para enfrentar esses desafios. “O Fórum mostrou, com precisão, que a luta contra o racismo precisa ser permanente e estruturada. Debatemos dados duros, ouvimos especialistas e, principalmente, construímos caminhos para avançar. A Carta de Fortaleza é um instrumento poderoso, porque traduz indignação em ação, análise em compromisso”, afirmou.

Ele reforçou que o setor financeiro precisa romper com sua histórica desigualdade interna. “Sabemos que a presença negra ainda está concentrada nas bases dos bancos, e isso não é aceitável. A partir deste Fórum, reforçamos a exigência de políticas reais de inclusão, formação e ascensão profissional. É desta maneira que precisamos transformar o sistema financeiro e contribuirmos para transformar a sociedade”, concluiu.

Formação, resistência e políticas afirmativas

As mesas temáticas abordaram desde a construção histórica do racismo no Brasil até desafios atuais, como o impacto da tecnologia e práticas de gestão que reproduzem desigualdades. Pesquisadores como Arilson dos Santos Gomes e Rodrigo Monteiro trouxeram análises sobre resistência negra, relações de trabalho e mitos sobre contratação de pessoas negras no setor bancário.

Expositores também destacaram a urgência de políticas de ações afirmativas e a necessidade de vigilância constante para impedir retrocessos, reforçando que avanços obtidos nas últimas décadas são fruto de forte mobilização social e que dependem da participação ativa do movimento sindical.

Carta de Fortaleza reforça compromissos e tarefas imediatas

Entre os principais encaminhamentos aprovados no Fórum estão:

  • Promoção de formação permanente sobre relações raciais;
  • Criação de protocolos antirracistas e canais de denúncia;
  • Realização de fóruns locais e atividades nas datas históricas da luta negra;
  • Qualificação profissional com foco na juventude negra;
  • Criação de coletivos e fundos de apoio para ampliar a participação de dirigentes negros;
  • Ações de promoção da saúde da população negra;
  • Realização periódica de reuniões de mobilização e organização.

Para Elaine Cutis, o compromisso firmado pelas entidades presentes demonstra a força e a maturidade da categoria. “A Carta de Fortaleza traduz um movimento coletivo potente. Ela mostra que o combate ao racismo é uma prioridade e que as entidades estão dispostas a transformar esse compromisso em prática, nas agências e nos locais de trabalho”, avaliou.

Almir Aguiar destacou que o Fórum reforça o papel histórico da Contraf-CUT de luta contra o racismo e pioneirismo em defesa da população negra. “Encerramos este encontro certos de que estamos no caminho certo. O Fórum fortaleceu vínculos, aprofundou debates e nos deu uma agenda sólida para continuar enfrentando o racismo estrutural no sistema financeiro. A Contraf-CUT seguirá vigilante, mobilizada e determinada a avançar”, afirmou.

Consciência Negra é todos os dias

O VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro encerrou-se reafirmando que a luta por igualdade e reparação deve ser cotidiana. No mês que marca a memória de Zumbi dos Palmares e o Dia da Consciência Negra, o movimento sindical bancário reforça que a justiça racial é tarefa permanente, tanto dentro dos bancos, quanto dentro das entidades e em toda a sociedade.

“Saímos daqui com uma agenda concreta em mãos. Concluímos as atividades aqui no Ceará fortalecidos, organizados e comprometidos com a construção de um sistema financeiro mais diverso, justo e verdadeiramente antirracista”, concluiu Almir Aguiar.

Fonte: Contraf-CUT

O Itaú Unibanco registrou um lucro líquido gerencial de R$ 34,5 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, alta de 13,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento do Dieese com base nas demonstrações financeiras do banco. O resultado confirma a trajetória de crescimento dos lucros e da rentabilidade da instituição, que atingiu 23,9% sobre o patrimônio líquido.

Enquanto isso, o banco reduziu 3.254 postos de trabalho e fechou 287 agências físicas no Brasil nos últimos 12 meses. Somente no terceiro trimestre, foram cortados 2.166 empregos, o que reforça a contradição entre o lucro bilionário e o desmonte das estruturas de atendimento.

A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, criticou a postura do banco diante do cenário de forte rentabilidade.

“O lucro foi absurdo e nada justifica a redução de postos de trabalho. Em apenas três meses, mais de 2 mil empregos foram eliminados. Não faz sentido o Itaú continuar fechando agências e deixando de garantir atendimento à população que não tem acesso aos meios digitais, principalmente os aposentados”, afirmou.

Diferente do que se vê na TV

Apesar de investir em tecnologia e ampliar o uso de inteligência artificial nas operações, o Itaú vem utilizando esses avanços para enxugar o quadro de funcionários e intensificar a sobrecarga dos que permanecem, segundo os representantes dos trabalhadores.

“O banco precisa cumprir seu papel social de verdade, e não apenas nas propagandas de TV. A modernização tecnológica deveria ser acompanhada de responsabilidade e diálogo, para preservar empregos e não os extinguir. O Itaú tem condições de crescer com inclusão e respeito aos seus trabalhadores”, ressaltou Valeska.

Com mais de 100 milhões de clientes e uma carteira de crédito superior a R$ 1,4 trilhão, o Itaú continua ampliando sua base de negócios, mas à custa da precarização do trabalho e da redução da presença física nas comunidades. A Contraf-CUT e as entidades sindicais cobram interrupção imediata das demissões e reabertura das negociações sobre emprego, condições de trabalho e atendimento à população.

Veja abaixo a tabela resumo do balanço do Itaú ou, se preferir, leia a análise completa do Dieese.

Fonte: Contraf-CUT

O Projeto de Lei 5.456/2025, apresentado pela senadora Eliziane Gama (PSD/MA), estabelece critérios e procedimentos para o encerramento de agências bancárias em todo o país. A proposta busca proteger o interesse público, garantir a continuidade dos serviços essenciais e fortalecer a inclusão financeira, especialmente em municípios pequenos, áreas rurais e comunidades vulneráveis.

Pelo texto, os bancos só poderão fechar agências após cumprir uma série de exigências. Entre elas estão a comunicação prévia ao Banco Central com 120 dias de antecedência, acompanhada de estudo de impacto socioeconômico e plano de mitigação, além de aviso público à população com 90 dias de antecedência e realização de audiência pública organizada pelo poder local. O projeto também determina a manutenção, por até 24 meses, de um ponto de atendimento (físico ou móvel), para amenizar os impactos do encerramento das atividades bancárias no local, garantindo o acesso da população a serviços como saques, pagamentos e recebimento de benefícios sociais.

Se o projeto for aprovado, nos municípios com menos de 50 mil habitantes ou onde exista apenas uma agência bancária, o fechamento dependerá de autorização expressa do Banco Central, precedida de parecer técnico e audiência pública. O descumprimento das regras sujeitará as instituições financeiras a multas e sanções previstas na Lei nº 13.506/2017.

A senadora destaca que o fechamento de agências “vai muito além de uma decisão empresarial”, afetando o comércio local, a arrecadação municipal e o acesso da população a programas como o Bolsa Família, INSS e crédito rural. “A modernização do sistema financeiro não pode ocorrer em detrimento da inclusão de milhões de brasileiros que ainda dependem do atendimento presencial”, afirmou Eliziane Gama na justificativa da proposta.

O projeto também fortalece o papel de órgãos de defesa do consumidor (Ministério Público, Senacon e Procon) e determina que o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional publiquem normas complementares em até 90 dias após a sanção.

Para a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT Brasil, Juvandia Moreira, a aprovação do Projeto de Lei 5.456/2025 é fundamental para reafirmar a natureza pública da atividade bancária. “Os bancos operam sob concessão pública, conforme estabelece a legislação do Sistema Financeiro Nacional. Isso significa que não podem atuar apenas de acordo com seus interesses privados. É dever das instituições financeiras cumprir suas funções sociais e garantir o acesso da população aos serviços bancários em todas as regiões do país”, destacou.

O secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira (Jefão), responsável pelo acompanhamento dos temas de interesse da classe trabalhadora em tramitação no Congresso nacional, alertou sobre os prejuízos econômicos e sociais que o fechamento de agências causa nas comunidades. “Quando uma agência fecha, o impacto é imediato. Pequenas empresas de comércio e serviços perdem movimento, há redução na circulação de dinheiro e queda na arrecadação local. Isso enfraquece a economia das cidades e aprofunda desigualdades regionais”, afirmou o dirigente sindical.

Ao propor regras para o fechamento responsável de agências, o PL 5.456/2025 busca equilibrar inovação tecnológica e justiça social, assegurando que o avanço digital no setor financeiro não aprofunde a exclusão bancária nem comprometa o papel público dos bancos no desenvolvimento do país.

Fonte: Contraf-CUT

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, através do Coordenador Geral Pedro Batista, marcou presença no Encontro Institucional com Lideranças de Entidades Representativas de Categorias Profissionais, no Auditório da Reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nesta quinta-feira (6/11).

O convite partiu da Reitora da UERJ, Profa. Gulnar Azevedo.

O evento apresentou, de forma detalhada, o projeto de estudo do Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ), que investiga as condições de trabalho e a saúde mental de diversas categorias de trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro.

ENTENDA

Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense firmou uma parceria com o Instituto de Medicina Social (IMS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que irá contribuir enormemente para o estudo e análise das condições de trabalho e saúde mental da categoria bancária.

Nos últimos anos, a categoria tem enfrentado um aumento preocupante de doenças como o burnout, ansiedade, depressão, síndrome do pânico, insônia e o uso abusivo de substâncias (psicofármacos e psicotrópicos), com impactos diretos na produtividade, na convivência e na vida pessoal dos bancários.

A PESQUISA

O objetivo é identificar a associação entre condições de trabalho, fatores de risco e problemas de saúde, em consonância com os debates da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (5ª CNSTT).

A pesquisa será dividida em duas partes: uma quantitativa; outra qualitativa.

Na primeira, será disponibilizado um link com um questionário baseado na realidade da categoria bancária. Na segunda, através de entrevistas.

IMPORTANTE: A PESQUISA É 100% CONFIDENCIAL.

Todos os dados serão tratados de forma anônima e agregada, garantindo segurança e privacidade aos participantes. O armazenamento das informações ficará a cargo do Laboratório Nacional de Computação Científica de Petrópolis, em convênio com a UERJ.

Seguindo o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), a pesquisa seguirá padrões rigorosos de ética e confidencialidade, com total respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa.

O ESTUDO

Além de bancários e bancárias, o estudo coordenado pelo IMS/UERJ, também irá pesquisar outras categorias no Estado do Rio de Janeiro, como: operadores de telemarketing, técnicos de enfermagem e agentes da Polícia Civil e Militar.

Dentro da categoria bancária, o estudo será realizado nas regiões da Baixada Fluminense e nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Região. 

A conclusão do estudo também pode subsidiar políticas públicas, discussões legislativas, além de oferecer ferramentas de gestão mais humanas e proativas, conforme diretrizes da NR-1 e demais Normas Regulamentadoras (NRs). 

SINDICATO

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense apoia esta iniciativa e acredita que compartilhar suas vivências, trará visibilidade para os problemas enfrentados pela categoria e ajudará a construir um ambiente de trabalho mais saudável.

E reafirma seu compromisso e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras.

Bancárias e bancários, beneficiários titulares do Saúde Caixa, sócios e não sócios, da base territorial do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, que prestam serviço para a Caixa Econômica Federal, participarão de assembleia remota, para deliberar sobre a Aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho Saúde Caixa 2026 com vigência de 1º de janeiro de 2026 a 31 de agosto de 2026.

A assembleia ocorre nos dias 11 e 12 de novembro de 2025. 

Com votação das 19 horas do dia 11/11 até às 14 horas do dia 12/11.

PLENÁRIA

Haverá uma plenária presencial, dia 11 de novembro, com início às 18 horas, que irá preceder a assembleia.

Será na Sede do Sindicato, localizada na Rua Professor Henrique Ferreira Gomes 179 - Centro - Duque de Caxias/RJ. 

PARA VOTAR

Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/

O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)

IMPORTANTE

O Sindicato indica a aprovação do acordo.

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense conquistou mais uma vitória importante: outra funcionária do Banco Itaú reintegrada!

Nesta quinta-feira, 6 de novembro, Rose Regulo, que havia sido demitida em julho de 2025, quando exercia o cargo de Gerente Relacionamento Uniclass na agência em Duque de Caxias, teve todos os seus direitos restabelecidos.

Sua reintegração foi pelo motivo de doença ocupacional, reconhecida pelo INSS.

Agradeço a Deus, primeiramente. E meu muito obrigado ao Sindicato pela dedicação e empenho no meu caso. São muito profissionais na luta pelos nossos direitos. E, também, a quem esteve ao meu lado todo esse tempo”, declarou Rose.

A trabalhadora é sindicalizada e teve o suporte e atendimento do Departamento Jurídico do Sindicato, através do advogado Luiz Paulo, do Escritório Baptista & Reis Advogados Associados, e pelo Departamento de Saúde.

A reintegração foi acompanhada pelos Diretores: Roberto Domingos, Cláudio Leite, Ricardo Sá e Dialas Filho.

IMPORTANTE

É fundamental que bancárias e bancários, logo que sejam informados de suas demissões, procurem imediatamente atendimento no Sindicato.

ATENDIMENTO JURÍDICO PRESENCIAL

Nova Iguaçu - às terças-feiras, das 11 horas à 13 horas e das 14 horas às 17 horas (telefone: 21 / 2658-8041)

Duque de Caxias - às quintas-feiras, das 10 horas às 13 horas (telefone: 21 / 26710-110)

SINDICALIZE-SE!