Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/
O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)
IMPORTANTE
O Sindicato indica a aprovação do acordo.
Bancárias e bancários, beneficiários titulares do Saúde Caixa, sócios e não sócios, da base territorial do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, que prestam serviço para a Caixa Econômica Federal, participarão de assembleia remota, para deliberar sobre a Aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho Saúde Caixa 2026 com vigência de 1º de janeiro de 2026 a 31 de agosto de 2026.
A assembleia ocorre nos dias 11 e 12 de novembro de 2025.
Com votação das 19 horas do dia 11/11 até às 14 horas do dia 12/11.
PLENÁRIA
Haverá uma plenária presencial, dia 11 de novembro, com início às 18 horas, que irá preceder a assembleia.
Será na Sede do Sindicato, localizada na Rua Professor Henrique Ferreira Gomes 179 - Centro - Duque de Caxias/RJ.
PARA VOTAR
Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/
O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)
IMPORTANTE
O Sindicato indica a aprovação do acordo.
O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense conquistou mais uma vitória importante: outra funcionária do Banco Itaú reintegrada!
Nesta quinta-feira, 6 de novembro, Rose Regulo, que havia sido demitida em julho de 2025, quando exercia o cargo de Gerente Relacionamento Uniclass na agência em Duque de Caxias, teve todos os seus direitos restabelecidos.
Sua reintegração foi pelo motivo de doença ocupacional, reconhecida pelo INSS.
“Agradeço a Deus, primeiramente. E meu muito obrigado ao Sindicato pela dedicação e empenho no meu caso. São muito profissionais na luta pelos nossos direitos. E, também, a quem esteve ao meu lado todo esse tempo”, declarou Rose.
A trabalhadora é sindicalizada e teve o suporte e atendimento do Departamento Jurídico do Sindicato, através do advogado Luiz Paulo, do Escritório Baptista & Reis Advogados Associados, e pelo Departamento de Saúde.
A reintegração foi acompanhada pelos Diretores: Roberto Domingos, Cláudio Leite, Ricardo Sá e Dialas Filho.
IMPORTANTE
É fundamental que bancárias e bancários, logo que sejam informados de suas demissões, procurem imediatamente atendimento no Sindicato.
ATENDIMENTO JURÍDICO PRESENCIAL
Nova Iguaçu - às terças-feiras, das 11 horas à 13 horas e das 14 horas às 17 horas (telefone: 21 / 2658-8041)
Duque de Caxias - às quintas-feiras, das 10 horas às 13 horas (telefone: 21 / 26710-110)
SINDICALIZE-SE!
Nos dias 6 e 7 de setembro, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, através da Coordenadora Geral Renata Soeiro, participa do VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro, em Fortaleza, capital do Ceará.
Realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em parceria com a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sindicato dos Bancários do Ceará e Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste (Fetrafi/NE), o evento será um importante espaço de debate sobre igualdade racial, inclusão, valorização profissional e combate ao racismo dentro e fora do ambiente de trabalho.
A programação está repleta de palestras, painéis e debates com nomes de destaque nacional, abordando temas como relações raciais e de trabalho no Brasil, participação de negros e negras no mercado financeiro, e o papel da cultura e da luta antirracista na transformação social.
“É necessário que a gente fale e debata tanto o racismo quanto a desigualdade, emprego, renda e democracia. O Fórum da Visibilidade Negra servirá para darmos a publicidade devida e tentarmos transformar esses debates em ações efetivas", declarou Renata.
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O Banco Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 18,136 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, um aumento de 28,2% em relação ao mesmo período de 2024. Na comparação trimestral, o lucro cresceu 2,3%, passando de R$ 6,067 bilhões no 2º trimestre para R$ 6,205 bilhões no 3º trimestre. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu 14,6%, com alta de 3,3 pontos percentuais em doze meses.
Segundo o relatório divulgado pelo banco, o resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo das receitas em todas as linhas, especialmente pela margem financeira total, que subiu 16,9%, e pela margem com clientes, que avançou 19% no 3º trimestre, refletindo o crescimento da carteira de crédito e do spread médio.
A Carteira de Crédito Expandida do Bradesco superou a marca de R$ 1 trilhão em setembro de 2025, com crescimento de 9,6% em doze meses e 1,6% no trimestre. No segmento de pessoa física, a alta foi de 13,8%, totalizando R$ 451,6 bilhões. Os destaques foram o crédito rural (+75,6%), o cartão de crédito para alta renda (+38,3%) e o imobiliário (+14,5%).
Já o segmento de pessoa jurídica teve crescimento de 6,5%, com saldo de R$ 582,7 bilhões. O crédito para grandes empresas caiu 3,5%, enquanto o destinado a micro, pequenas e médias empresas apresentou forte expansão de 24,8%.
A taxa de inadimplência acima de 90 dias ficou em 4,1%, com ligeira queda de 0,1 ponto percentual em relação a setembro de 2024, demonstrando estabilidade na qualidade da carteira.
As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias atingiram R$ 23 bilhões, alta de 5,1% em doze meses. Já as despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 9%, chegando a R$ 19,8 bilhões. Com isso, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias foi de 116,4% — o que significa que as tarifas cobradas dos clientes continuam superando com folga os gastos com o quadro de funcionários.
Apesar dos resultados expressivos, o Bradesco continuou reduzindo empregos e fechando unidades. A holding encerrou o 3º trimestre de 2025 com 81.657 funcionários (sendo 70.152 bancários), o que representa a eliminação de 2.361 postos de trabalho em doze meses — 490 apenas no último trimestre.
De acordo com o banco, as demissões fazem parte da “estratégia de otimização do custo de servir”, ao mesmo tempo em que reforça áreas de tecnologia e negócios. Entretanto, o movimento sindical denuncia que essa “otimização” significa, na prática, sobrecarga, aumento da pressão por metas e piora no atendimento à população.
A base de clientes do Bradesco aumentou em 1,1 milhão, totalizando 74 milhões. Mas, no mesmo período, o banco fechou 296 agências, 1.246 postos de atendimento e 61 unidades de negócios, encerrando setembro com 2.059 agências, 1.978 postos e 707 unidades de negócios.
“Enquanto o banco comemora lucros bilionários e fala em eficiência, os trabalhadores vivem sob uma pressão cada vez maior, com metas abusivas. As demissões e o fechamento de agências mostram que o Bradesco tem colocado o lucro acima das pessoas — tanto dos funcionários quanto dos clientes”, afirmou Erica de Oliveira, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Bradesco.
Segundo Erica, a redução do quadro tem impactos diretos na saúde dos trabalhadores e na qualidade do atendimento. “A cada trimestre o banco mostra que pode crescer e lucrar, mas insiste em fazer isso às custas do adoecimento e da sobrecarga. Seguiremos denunciando e mobilizando a categoria contra essa lógica que só favorece os acionistas”, concluiu.
Fonte: Contraf-CUT
O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou, nesta terça-feira (4/11), o Dia Nacional de Mobilizações dos Funcionários do Banco Santander.
As atividades ocorreram nos municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, e em todo o país, com o objetivo de debater as consequências das práticas contra os direitos dos trabalhadores, o continuado processo de fechamento de unidades e a degeneração das condições de trabalho e saúde nos locais de trabalho.
Devido a este cenário, o Movimento Sindical sentiu a necessidade de ampliar as mobilizações junto aos bancários e bancárias, tendo como principais temas abordados:
- Defesa do Emprego;
- Contra o fechamento de agências e outras unidades;
- Combate às práticas antissindicais e pela melhoria das condições de trabalho.
LUCROS E DEMISSÕES
O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 11,529 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior, o resultado também apresentou alta: o lucro líquido passou de R$ 3,659 bilhões no 2º trimestre para R$ 4,009 bilhões no 3º trimestre, alta de 9,6%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado atingiu 17,5%, aumento de 0,5 ponto percentual em doze meses.
Segundo o banco, o desempenho positivo decorre do crescimento das receitas totais. No acumulado do ano, as comissões subiram 4,1%, com destaque para cartões e seguros. No trimestre, o avanço foi de 6,7%, impulsionado pelas receitas de cartões, seguros, mercado de capitais e operações de crédito.
No cenário global, o Santander alcançou € 10,337 bilhões de lucro no período, alta de 11% em doze meses. Já são seis trimestres consecutivos de lucro recorde, segundo a matriz espanhola. O Brasil foi responsável pelo segundo maior resultado do grupo, com € 1,589 bilhão, atrás apenas da Espanha (€ 3,233 bilhões), o que representa 15,4% do lucro global.
Apesar do desempenho financeiro expressivo, o banco manteve o processo de redução de postos de trabalho e fechamento de unidades. A holding encerrou o 3º trimestre de 2025 com 51.747 empregados, o que representa a eliminação de 3.288 vagas em doze meses, sendo 2.171 apenas no 3º trimestre. No mesmo período, o Santander fechou 585 pontos de atendimento, entre lojas e PABs, 157 entre julho e setembro.
Enquanto isso, a base de clientes cresceu em 4 milhões, totalizando 72,8 milhões de correntistas.