Abril 02, 2026
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Imprensa

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Bancárias e bancários, beneficiários titulares do Saúde Caixa, sócios e não sócios, da base territorial do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, que prestam serviço para a Caixa Econômica Federal, participarão de assembleia remota, para deliberar sobre a Aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho Saúde Caixa 2026 com vigência de 1º de janeiro de 2026 a 31 de agosto de 2026.

A assembleia ocorre nos dias 11 e 12 de novembro de 2025. 

Com votação das 19 horas do dia 11/11 até às 14 horas do dia 12/11.

PLENÁRIA

Haverá uma plenária presencial, dia 11 de novembro, com início às 18 horas, que irá preceder a assembleia.

Será na Sede do Sindicato, localizada na Rua Professor Henrique Ferreira Gomes 179 - Centro - Duque de Caxias/RJ. 

PARA VOTAR

Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/

O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)

IMPORTANTE

O Sindicato indica a aprovação do acordo.

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense conquistou mais uma vitória importante: outra funcionária do Banco Itaú reintegrada!

Nesta quinta-feira, 6 de novembro, Rose Regulo, que havia sido demitida em julho de 2025, quando exercia o cargo de Gerente Relacionamento Uniclass na agência em Duque de Caxias, teve todos os seus direitos restabelecidos.

Sua reintegração foi pelo motivo de doença ocupacional, reconhecida pelo INSS.

Agradeço a Deus, primeiramente. E meu muito obrigado ao Sindicato pela dedicação e empenho no meu caso. São muito profissionais na luta pelos nossos direitos. E, também, a quem esteve ao meu lado todo esse tempo”, declarou Rose.

A trabalhadora é sindicalizada e teve o suporte e atendimento do Departamento Jurídico do Sindicato, através do advogado Luiz Paulo, do Escritório Baptista & Reis Advogados Associados, e pelo Departamento de Saúde.

A reintegração foi acompanhada pelos Diretores: Roberto Domingos, Cláudio Leite, Ricardo Sá e Dialas Filho.

IMPORTANTE

É fundamental que bancárias e bancários, logo que sejam informados de suas demissões, procurem imediatamente atendimento no Sindicato.

ATENDIMENTO JURÍDICO PRESENCIAL

Nova Iguaçu - às terças-feiras, das 11 horas à 13 horas e das 14 horas às 17 horas (telefone: 21 / 2658-8041)

Duque de Caxias - às quintas-feiras, das 10 horas às 13 horas (telefone: 21 / 26710-110)

SINDICALIZE-SE!

Nos dias 6 e 7 de setembro, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, através da Coordenadora Geral Renata Soeiro, participa do VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro, em Fortaleza, capital do Ceará. 

Realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em parceria com a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sindicato dos Bancários do Ceará e Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste (Fetrafi/NE), o evento será um importante espaço de debate sobre igualdade racial, inclusão, valorização profissional e combate ao racismo dentro e fora do ambiente de trabalho.

A programação está repleta de palestras, painéis e debates com nomes de destaque nacional, abordando temas como relações raciais e de trabalho no Brasil, participação de negros e negras no mercado financeiro, e o papel da cultura e da luta antirracista na transformação social.

“É necessário que a gente fale e debata tanto o racismo quanto a desigualdade, emprego, renda e democracia. O Fórum da Visibilidade Negra servirá para darmos a publicidade devida e tentarmos transformar esses debates em ações efetivas", declarou Renata.

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O Banco Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 18,136 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, um aumento de 28,2% em relação ao mesmo período de 2024. Na comparação trimestral, o lucro cresceu 2,3%, passando de R$ 6,067 bilhões no 2º trimestre para R$ 6,205 bilhões no 3º trimestre. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu 14,6%, com alta de 3,3 pontos percentuais em doze meses.

Segundo o relatório divulgado pelo banco, o resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo das receitas em todas as linhas, especialmente pela margem financeira total, que subiu 16,9%, e pela margem com clientes, que avançou 19% no 3º trimestre, refletindo o crescimento da carteira de crédito e do spread médio.

A Carteira de Crédito Expandida do Bradesco superou a marca de R$ 1 trilhão em setembro de 2025, com crescimento de 9,6% em doze meses e 1,6% no trimestre. No segmento de pessoa física, a alta foi de 13,8%, totalizando R$ 451,6 bilhões. Os destaques foram o crédito rural (+75,6%), o cartão de crédito para alta renda (+38,3%) e o imobiliário (+14,5%).

Já o segmento de pessoa jurídica teve crescimento de 6,5%, com saldo de R$ 582,7 bilhões. O crédito para grandes empresas caiu 3,5%, enquanto o destinado a micro, pequenas e médias empresas apresentou forte expansão de 24,8%.

A taxa de inadimplência acima de 90 dias ficou em 4,1%, com ligeira queda de 0,1 ponto percentual em relação a setembro de 2024, demonstrando estabilidade na qualidade da carteira.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias atingiram R$ 23 bilhões, alta de 5,1% em doze meses. Já as despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 9%, chegando a R$ 19,8 bilhões. Com isso, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias foi de 116,4% — o que significa que as tarifas cobradas dos clientes continuam superando com folga os gastos com o quadro de funcionários.

Apesar dos resultados expressivos, o Bradesco continuou reduzindo empregos e fechando unidades. A holding encerrou o 3º trimestre de 2025 com 81.657 funcionários (sendo 70.152 bancários), o que representa a eliminação de 2.361 postos de trabalho em doze meses — 490 apenas no último trimestre.

De acordo com o banco, as demissões fazem parte da “estratégia de otimização do custo de servir”, ao mesmo tempo em que reforça áreas de tecnologia e negócios. Entretanto, o movimento sindical denuncia que essa “otimização” significa, na prática, sobrecarga, aumento da pressão por metas e piora no atendimento à população.

A base de clientes do Bradesco aumentou em 1,1 milhão, totalizando 74 milhões. Mas, no mesmo período, o banco fechou 296 agências, 1.246 postos de atendimento e 61 unidades de negócios, encerrando setembro com 2.059 agências, 1.978 postos e 707 unidades de negócios.

“Enquanto o banco comemora lucros bilionários e fala em eficiência, os trabalhadores vivem sob uma pressão cada vez maior, com metas abusivas. As demissões e o fechamento de agências mostram que o Bradesco tem colocado o lucro acima das pessoas — tanto dos funcionários quanto dos clientes”, afirmou Erica de Oliveira, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Bradesco.

Segundo Erica, a redução do quadro tem impactos diretos na saúde dos trabalhadores e na qualidade do atendimento. “A cada trimestre o banco mostra que pode crescer e lucrar, mas insiste em fazer isso às custas do adoecimento e da sobrecarga. Seguiremos denunciando e mobilizando a categoria contra essa lógica que só favorece os acionistas”, concluiu.

Fonte: Contraf-CUT

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou, nesta terça-feira (4/11), o Dia Nacional de Mobilizações dos Funcionários do Banco Santander.

As atividades ocorreram nos municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, e em todo o país, com o objetivo de debater as consequências das práticas contra os direitos dos trabalhadores, o continuado processo de fechamento de unidades e a degeneração das condições de trabalho e saúde nos locais de trabalho.

Devido a este cenário, o Movimento Sindical sentiu a necessidade de ampliar as mobilizações junto aos bancários e bancárias, tendo como principais temas abordados:

- Defesa do Emprego;

- Contra o fechamento de agências e outras unidades;

- Combate às práticas antissindicais e pela melhoria das condições de trabalho.

LUCROS E DEMISSÕES

O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 11,529 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior, o resultado também apresentou alta: o lucro líquido passou de R$ 3,659 bilhões no 2º trimestre para R$ 4,009 bilhões no 3º trimestre, alta de 9,6%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado atingiu 17,5%, aumento de 0,5 ponto percentual em doze meses.

Segundo o banco, o desempenho positivo decorre do crescimento das receitas totais. No acumulado do ano, as comissões subiram 4,1%, com destaque para cartões e seguros. No trimestre, o avanço foi de 6,7%, impulsionado pelas receitas de cartões, seguros, mercado de capitais e operações de crédito.

No cenário global, o Santander alcançou € 10,337 bilhões de lucro no período, alta de 11% em doze meses. Já são seis trimestres consecutivos de lucro recorde, segundo a matriz espanhola. O Brasil foi responsável pelo segundo maior resultado do grupo, com € 1,589 bilhão, atrás apenas da Espanha (€ 3,233 bilhões), o que representa 15,4% do lucro global.

Apesar do desempenho financeiro expressivo, o banco manteve o processo de redução de postos de trabalho e fechamento de unidades. A holding encerrou o 3º trimestre de 2025 com 51.747 empregados, o que representa a eliminação de 3.288 vagas em doze meses, sendo 2.171 apenas no 3º trimestre. No mesmo período, o Santander fechou 585 pontos de atendimento, entre lojas e PABs, 157 entre julho e setembro.

Enquanto isso, a base de clientes cresceu em 4 milhões, totalizando 72,8 milhões de correntistas.

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O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 11,529 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior, o resultado também apresentou alta: o lucro líquido passou de R$ 3,659 bilhões no 2º trimestre para R$ 4,009 bilhões no 3º trimestre, alta de 9,6%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado atingiu 17,5%, aumento de 0,5 ponto percentual em doze meses.

Segundo o banco, o desempenho positivo decorre do crescimento das receitas totais. No acumulado do ano, as comissões subiram 4,1%, com destaque para cartões e seguros. No trimestre, o avanço foi de 6,7%, impulsionado pelas receitas de cartões, seguros, mercado de capitais e operações de crédito.

No cenário global, o Santander alcançou € 10,337 bilhões de lucro no período, alta de 11% em doze meses. Já são seis trimestres consecutivos de lucro recorde, segundo a matriz espanhola. O Brasil foi responsável pelo segundo maior resultado do grupo, com € 1,589 bilhão, atrás apenas da Espanha (€ 3,233 bilhões), o que representa 15,4% do lucro global.

Lucro versus condições de trabalho

Apesar do desempenho financeiro expressivo, o banco manteve o processo de redução de postos de trabalho e fechamento de unidades. A holding encerrou o 3º trimestre de 2025 com 51.747 empregados, o que representa a eliminação de 3.288 vagas em doze meses, sendo 2.171 apenas no 3º trimestre. No mesmo período, o Santander fechou 585 pontos de atendimento, entre lojas e PABs, 157 entre julho e setembro.

Enquanto isso, a base de clientes cresceu em 4 milhões, totalizando 72,8 milhões de correntistas.

Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa Queiroz, o resultado financeiro do banco evidencia o contraste entre o lucro crescente e a piora nas condições de trabalho e atendimento. “É lamentável a postura praticada pela direção do banco Santander no Brasil. Trata-se de um desrespeito aos trabalhadores que geram o lucro do banco e também aos seus clientes, que pagam por isso com a piora na qualidade dos serviços e o aumento das tarifas bancárias. O banco deveria ter uma responsabilidade econômica e social no nosso desenvolvimento, tratando todos com respeito e oferecendo melhores condições de trabalho”, afirmou Wanessa.

Carteira

A Carteira de Crédito Ampliada totalizou cerca de R$ 688,8 bilhões ao fim de setembro de 2025, com alta de 3,8% em doze meses e de 2% no trimestre. A carteira de pessoa física apresentou leve retração de 0,7% no período, influenciada pela queda no crédito consignado (-13,5%), parcialmente compensada pelos aumentos no cartão de crédito (+14,5%) e no crédito imobiliário (+8,9%). Já a carteira de pessoa jurídica cresceu 5,9%, com destaque para pequenas e médias empresas (+12,4%). O crédito ao consumo, majoritariamente voltado ao financiamento de veículos, avançou 12,6%.

A inadimplência acima de 90 dias chegou a 3,4% ao fim do 3º trimestre, alta de 0,2 ponto percentual em um ano. As despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) aumentaram 18,1%, somando R$ 19,8 bilhões.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 16,9 bilhões, alta de 1,4% em relação a setembro de 2024. Já as despesas de pessoal, incluindo PLR, cresceram 3%, atingindo R$ 9,3 bilhões. Com isso, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias foi de 181,3%.

Leia a análise completa do Dieese sobre o balanço do Santander.

Fonte: Contraf-CUT

Diante da pressão do movimento sindical e da mobilização dos funcionários em todo o país, o Banco do Brasil informou, em reunião realizada no final da tarde desta quarta-feira (29), que as substituições temporárias voltarão a ser autorizadas a partir de novembro. A decisão representa uma importante vitória do Dia Nacional de Luta, realizado em 22 de outubro.

O movimento sindical pressionava a direção do BB desde que o banco comunicou, no início de outubro, a proibição de os gerentes da rede acionarem a substituição temporária nos meses de novembro e dezembro — medida que, na prática, impedia a designação de funcionários para cobrir colegas em férias, abonos ou licenças médicas.

Em 2023, o retorno das substituições foi celebrado como uma conquista histórica da categoria, fruto de anos de luta. Por isso, a decisão do banco de suspender novamente o mecanismo gerou grande indignação entre os trabalhadores, que a consideraram um retrocesso. A justificativa do BB foi a necessidade de "controle e racionalização das despesas administrativas".

Com a mobilização e o diálogo conduzido pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o banco reverteu a orientação e confirmou a retomada das substituições já em novembro. Quanto a dezembro, a instituição afirmou que nunca houve previsão de substituições para esse mês. No entanto, o tema permanecerá como uma reivindicação da representação dos trabalhadores.

"Valorizamos que o banco tenha recuado dessa decisão, tomada sem qualquer negociação com a representação dos trabalhadores. Seguiremos cobrando que as substituições também sejam garantidas em dezembro, pois é justo que os trabalhadores recebam pelo trabalho que efetivamente exercem”, afirma Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB.

O Banco do Brasil também negou qualquer orientação para impedir que os funcionários tirem férias. “Os funcionários que cancelaram as férias em novembro poderão voltar a agendá-las. E se tiverem dificuldade, orientamos que procurem seus sindicatos”, reforçou Fernanda.

A CEBB cobrou veementemente o agendamento de uma mesa de negociação para tratar com seriedade as metas no BB, que hoje são o maior problema relatado pelos trabalhadores. "O banco concordou com a mesa para debate de metas, já que atualmente poucas unidades conseguem cumprir alguns indicadores, o que gera preocupação nos trabalhadores e deixa o ambiente de trabalho muito ruim".

Também foram levantadas as pautas da manutenção da jornada de trabalho de 6 horas, da volta da ajuda de custo de deslocamento para as PSOs e da retomada do debate de custeio da Cassi.

Fonte: Contraf-CUT

Nos dias 29 e 30 de outubro, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense participa de um ciclo de palestras, promovido pela Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES).

O evento, que acontece de forma híbrida, irá discutir e debater questões atuais da categoria bancária, desafios para o futuro, fortalecimento da atuação sindical, além da capacitação de diretoras e diretores presentes.

O Sindicato estará representado, presencialmente, pelos diretores: Pedro Batista, Renata Soeiro, Roberto Domingos, Ricardo de Sá, Elizabeth Paradela e Fernando Correia. E os diretores Newton França e Cláudio Leite Leal, também, participaram virtualmente.

Dr. Antônio Megale, advogado sindical e sócio da LBS Advogadas e Advogados, foi o convidado desta quarta-feira (29/10).

Já na quinta-feira (30/10), a convidada será a Drª Cristiane Hart, do Escritório REVIR, de Chapecó/SC.

O evento também contou com a participação do Dr. Murilo Baptista, do escritório Baptista e Reis Adv. Associados, que representa a Federação no âmbito jurídico.

As palestras ocorrem no auditório da Fetraf RJ/ES, no Centro do Rio de Janeiro, e contam com a participação de representantes dos 7 sindicatos filiados à entidade: Angra dos Reis e Região, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna e Região, Macaé e Região, Nova Friburgo e Região e Três Rios e Região.

 

O prazo para adesão ao acordo firmado entre a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e a Contraf-CUT está chegando ao fim. O acordo, já homologado pela Justiça, encerrou definitivamente o processo que discutia a cobrança de contribuições pessoais em reclamatórias e acordos trabalhistas, judiciais e extrajudiciais.

Com o processo encerrado, os associados que possuem valores pendentes agora têm uma última oportunidade para regularizar a situação e aproveitar as condições especiais definidas no entendimento entre as partes.

O acordo prevê benefícios importantes, como:

Isenção de juros e multa para pagamento à vista ou da primeira parcela até 20 de novembro de 2025, desde que o acordo seja formalizado até 31 de outubro de 2025;
Desconto de 5% para pagamentos à vista formalizados até 31 de outubro;

Possibilidade de pagamento em até 72 parcelas mensais, respeitado o valor mínimo por parcela e assegurando o abatimento proporcional da contribuição mensal da Cassi

Possibilidade de extensão do prazo acima de 72 meses, caso a parcela supere 7,5% do salário do associado.

 

“A solução negociada entre a Cassi e a Contraf dá a oportunidade de pagamento desses valores. É muito importante que os colegas com pendências busquem a Cassi e fiquem atentos aos prazos”, ressaltou Gustavo Tabatinga, secretário-geral da Contraf-CUT.

A Contraf-CUT reforça que o processo foi finalizado judicialmente, e o prazo para adesão é limitado. Quem deixar para depois pode perder os benefícios previstos, como descontos, isenções ou condições facilitadas de pagamento.

Os associados devem procurar a Cassi para verificar se têm valores pendentes e formalizar a adesão dentro do prazo.

Fonte: Contraf-CUT

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou na segunda-feira (27) uma calculadora para te ajudar a ver o quanto cada trabalhador e trabalhadora vai economizar se o Senado aprovar a nova lei do Imposto de Renda proposta pelo presidente Lula.

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Mais sobre o projeto

Projeto de Lei 1087/2025, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados, prevê a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, e a redução gradual da alíquota para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350.

Também há a previsão de tributação de lucros e dividendos na fonte (para distribuições superiores a R$ 50 mil) e a criação de um "imposto mínimo" de até 10% para pessoas de alta renda (superior a R$ 600 mil por ano), para compensar a renúncia fiscal que haverá com a isenção para trabalhadores com rendas menores.

A estimativa do Ministério da Fazenda é que somente 141,4 mil contribuintes (0,13% do total) passem a contribuir com uma alíquota mínima. Esse pequeno grupo é composto por pessoas que recebem mais de R$ 600 mil por ano e que atualmente não contribuem, ou contribuem com uma alíquota menor do que 10% sobre sua renda. “Esses contribuintes pagam atualmente uma alíquota efetiva média de apenas 2,54%", informou o Ministério da Fazenda.

“Os deputados aprovaram este projeto somente depois de grandes manifestações populares, que impediram a aprovação da chamada ‘PEC da Bandidagem’ e forçaram a aprovação do IR para os trabalhadores, conforme previa a proposta do (presidente) Lula. Temos que manter essa pressão para que o Senado aprove rapidamente o projeto, para que já em 2026 os trabalhadores possam ser beneficiados”, disse o secretário de Relações do Trabalho e responsável da Contraf-CUT pelo acompanhamento da tramitação no Congresso Nacional das pautas de interesse da classe trabalhadora, Jeferson Meira.

“A isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil é uma reivindicação do movimento sindical, que foi assumida pelo presidente Lula durante sua campanha eleitoral, que, se aprovada pelo Congresso Nacional, vai beneficiar milhões de trabalhadores”, disse o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Contraf-CUT, Walcir Previtale. “Mas precisamos estar atentos para que haja a tributação das altas rendas, para que se mantenha a arrecadação, que é o que permite ao governo a execução de políticas públicas que beneficiam a população”, alertou.

O PL 1087/2025 está em análise na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, sob a relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que apoia a iniciativa do governo por beneficiar diretamente mais de 25 milhões de pessoas e a economia do país.

Fonte: Contraf-CUT