Abril 02, 2026
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A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco na manhã desta quarta-feira (28), em mesa de negociação sobre Diversidade e Segurança Bancária. O encontro foi definido na última reunião, realizada em 17 de dezembro de 2025.

A Diretora do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, Solange Ribeiro, participou da reunião. 

Diversidade e igualdade de oportunidades

Logo no início da reunião, o banco apresentou suas iniciativas voltadas à diversidade, com foco em ações de letramento, formação e comunicação. Os dirigentes sindicais, no entanto, cobraram maior acesso dos trabalhadores às ferramentas e materiais disponibilizados pela empresa, para que seja possível ampliar o conhecimento, promover o debate e propor melhorias nos programas existentes.

Os representantes dos trabalhadores reivindicaram ainda a apresentação dos números detalhados do banco relacionados à questão racial. A COE cobrou mais transparência, especialmente em relação à quantidade de empregados negros e à distribuição desses trabalhadores nos diferentes cargos e áreas da empresa.

Para a coordenadora da COE do Santander, Wanessa Queiroz, a mesa reforça reivindicações históricas do movimento sindical e a necessidade de mais transparência por parte do banco. “Essa mesa dá continuidade às duas reuniões que tivemos no ano passado. Uma das reivindicações apontadas anteriormente era justamente a divulgação dos dados do Censo Diversidade 2024, além do compartilhamento, com os dirigentes sindicais, de todas as cartilhas mencionadas sobre letramento racial, pessoas com deficiência e a população LGBTQIA+. Também exigimos que o banco divulgue de forma clara a quantidade de empregados negros no país, assim como os dados referentes a todo o conglomerado”, destacou Wanessa.

A dirigente lembrou ainda que a mesa de Igualdade de Oportunidades existe há mais de duas décadas e segue sendo um espaço fundamental de negociação com o banco. “Ao longo desses mais de 20 anos de mesa, sempre buscamos debater a ampliação das contratações e a melhoria das condições de trabalho para homens e mulheres. Apesar de todos os programas de diversidade, ainda há uma disparidade muito grande na igualdade salarial: mulheres negras ganham menos que mulheres brancas, mulheres brancas ganham menos que homens e homens negros também recebem menos que homens brancos. Essa é uma realidade que seguimos denunciando nas campanhas”, afirmou.

Ficou como encaminhamento o compromisso de o banco retomar a mesa de diversidade após o fechamento e a ampla divulgação do Censo Diversidade 2025. 

Segurança bancária

Na segunda pauta da reunião, foi tratado o tema da segurança bancária. O Santander apresentou dados referentes a 2025, destacando que não houve registros de sequestros no período. Segundo o banco, os casos de roubo ocorreram, em sua maioria, na modalidade qualificada, geralmente durante a madrugada.

Ainda de acordo com as informações apresentadas, 100% dos funcionários passaram por capacitação na área de segurança e houve uma redução de 99% nas perdas relacionadas a ocorrências.

Fonte: Contraf-CUT

O Banco do Brasil apresentou, em reunião realizada nesta terça-feira (27), um conjunto de mudanças na sua rede de atendimento que prevê a criação de mais de 1.100 novas funções comissionadas, com foco no fortalecimento do atendimento consultivo e especializado aos clientes. A iniciativa foi detalhada à Contraf-CUT, que acompanha o processo e reforçou a necessidade de garantir transparência, respeito aos trabalhadores e oportunidades reais de ascensão profissional.

Segundo o BB, o movimento faz parte de uma estratégia para adequar o modelo de atendimento às transformações do mercado financeiro e ao novo comportamento dos clientes, que demandam, ao mesmo tempo, mais especialização presencial em segmentos estratégicos e agilidade nos canais digitais — hoje responsáveis por cerca de 94% das transações realizadas no banco.

Para o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., é fundamental que qualquer processo de reorganização venha acompanhado de garantias aos funcionários. “O banco apresentou um movimento amplo, que envolve criação de funções, realocação de equipes e mudanças no modelo de atendimento. Nosso papel é acompanhar de perto para assegurar que essas transformações não gerem prejuízos aos trabalhadores, que haja oportunidades suficientes no próprio município e que os critérios sejam claros e justos”, destacou. 

Novas oportunidades e reforço na rede

De acordo com o BB, após estudo de dimensionamento das equipes em todo o país, serão criadas mais de 1.100 funções comissionadas em localidades estratégicas e em segmentos com alto potencial de crescimento. Entre as mudanças está o acionamento de Especialistas em Atendimento e Negócios em cerca de 700 Lojas BB que não contam com gerência média, garantindo que 100% das unidades passem a ter ao menos dois comissionados.

Além disso, 15 unidades de negócios serão transformadas em rede especializada, com abertura de novos pontos estratégicos e movimentação de equipes para melhor atender demandas futuras.

As principais áreas que receberão reforço de pessoal incluem:

  • Gestão do cliente investidor (PF, PJ, High Estilo e Geinv);
  • Private Investidor e Megaprodutor;
  • Expansão de Carteiras Agro e Agro Assistido;
  • Carteira Digital Setor Público;
  • Agência Digital PJ;
  • Gerag e Gcash Atacado.

Movimentações e cuidados com os funcionários

O banco informou que as movimentações considerarão o fluxo de atendimento presencial e a demanda por especialização em cada localidade. Segundo a instituição, haverá oportunidades suficientes de lateralidade ou ascensão no mesmo município para os comissionados que eventualmente fiquem em excesso em unidades com ajustes de quadro.

Para Gustavo Tabatinga Jr., esse compromisso precisa ser efetivamente cumprido. “É essencial que o discurso de valorização das pessoas se concretize na prática. Estamos atentos para que ninguém seja penalizado, para que as movimentações ocorram com diálogo e para que os trabalhadores tenham condições reais de escolher os caminhos que façam sentido para sua carreira”, afirmou.

Fonte: Contraf-CUT

O Santander está com inscrições abertas para o programa de bolsas de estudos destinado exclusivamente aos funcionários ativos do banco. O benefício contempla cursos de 1ª graduação e 1ª pós-graduação/MBA, nas modalidades presencial, semipresencial ou EAD, e é resultado de uma conquista garantida no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2024/2026, negociada pelo movimento sindical.

Para participar, é necessário que o empregado ou a empregada tenha no mínimo seis meses de empresa. A bolsa cobre até 50% do valor da mensalidade, com limite de R$ 906,79 por mês.

Cronograma

  • Inscrições: de 15/01a 20/02
  • Comunicação do resultado: 20/03
  • Envio de documentos: de 20/03 a 24/04
  • Validação e concessão: a partir de 20/03

Como se inscrever

Os funcionários que atendem aos requisitos devem realizar a inscrição pelo caminho:

NOW > Portal Pessoas > Desenvolvimento e Carreira > Educação > Bolsas de Estudos.

Para bolsa de 1ª Graduação:

  • Clicar em “Solicitar Bolsa Graduação” e, em seguida, em “Salvar”.
  • A mensagem “Sua inscrição foi realizada com sucesso” confirmará o registro.

Para bolsa de 1ª Pós-Graduação:

  • Clicar em “Solicitar Bolsa Pós-Graduação”.
  • Inserir a data de conclusão da graduação e clicar em “Salvar”.
  • A mensagem “Sua inscrição foi realizada com sucesso” confirmará o registro.

O resultado do processo será enviado diretamente para o e-mail do funcionário.

Conquista da categoria

Para a coordenadora da COE Santander, Wanessa Queiroz, as bolsas reforçam a importância da negociação coletiva para garantir direitos e oportunidades aos trabalhadores do banco. “As bolsas de estudos representam uma importante conquista dos funcionários e funcionárias do banco Santander no Brasil, garantida por meio do ACT 2024/2026. É fundamental que os empregados invistam na sua formação profissional e aproveitem este incentivo, fruto das bolsas de estudos negociadas com o movimento sindical.”

A Contraf-CUT reforça a orientação para que os bancários e bancárias fiquem atentos aos prazos e aproveitem o benefício, que contribui para a qualificação profissional e valorização da categoria.

Fonte: Contraf-CUT

Neste 26 de janeiro de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) completa 20 anos. O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense parabeniza esta importante entidade, criada em 2006 com o objetivo de unificar a mobilização das diversas categorias envolvidas em atividades do sistema financeiro.

A Contraf-CUT representa bancárias e bancários do Brasil, com federações e sindicatos associados, coordenando o Comando Nacional dos Bancários que negocia a Convenção Coletiva e os acordos da categoria.

Foi por meio da unidade da Contraf-CUT que bancários e financiários asseguraram avanços nos últimos anos.

A organização nacional assegurou uma mesa única de negociação para pressionar os empregadores por melhores condições de trabalho.

Você piscou e o primeiro evento do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, EM 2026, já tem data para acontecer!

Então, anota na agenda e compartilha a notícia com seu colega de trabalho, porque no dia 12 de fevereiro, teremos o Grito de Carnaval dos Bancários.

O evento ocorrerá na Sede do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, em Duque de Caxias, a partir das 17 horas.

A atração é mais do que especial e conhecida do público: a cantora Micarla.

Não vai perder, né? 

IMPORTANTE

O evento é exclusivo para bancários/bancárias e seus dependentes.

Comida liberada e bebidas à parte.

EVITE O DESPERDÍCIO!

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) encaminhou, nesta segunda-feira (19), ofício à Caixa Econômica Federal cobrando a confirmação do pagamento do primeiro delta no mês de janeiro. Caso o crédito não seja efetuado em janeiro, a entidade cobra a divulgação imediata de uma data oficial, com a justificativa para o crédito não ser efetuado já no primeiro mês do ano.

No documento, a Contraf-CUT ressalta que a cobrança se baseia em precedente estabelecido em janeiro de 2025, quando a Caixa efetuou o pagamento do primeiro delta referente a 2024 no reprocessamento da folha salarial do mês, após negociação com a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa). Esse histórico criou expectativa legítima entre as empregadas e os empregados.

Para a representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Nordeste (Fetrafi/NE) na CEE, Chay Cândida, a ausência de informações oficiais agrava a insegurança no ambiente de trabalho. “As equipes já entregaram resultados, cumpriram metas e seguem sob forte cobrança. Manter indefinições sobre o delta, diante do precedente do ano passado, só aumenta a insatisfação e o sentimento de desvalorização”, afirmou.

Na mesma linha, a representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEE, Luiza Hansen, destacou a necessidade de respeito aos compromissos assumidos. “Após negociação com a CEE, o pagamento do primeiro delta em janeiro já ocorreu no ano passado. O que indica que é possível o pagamento já no primeiro mês. Quando a empresa não se posiciona, quebra a previsibilidade e a confiança. O mínimo esperado é uma resposta clara e formal à representação dos trabalhadores”, disse.

A representante eleita pelas empregadas e empregados para o Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, também reforçou a cobrança. “O delta é parte do reconhecimento pelo trabalho entregue ao longo do ano. Quando a Caixa posterga ou deixa de informar o pagamento, transfere para os empregados a insegurança de uma decisão que já tem precedente e negociação. Valorizar de fato quem sustenta os resultados do banco passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos”, afirmou.

No ofício, a Contraf-CUT solicita a confirmação imediata do pagamento em janeiro ou, caso isso não seja possível, a informação formal da data prevista, acompanhada de justificativa para o não pagamento já em janeiro. A entidade reforça que o respeito aos acordos e precedentes é fundamental para a valorização das empregadas e dos empregados e para a manutenção de relações institucionais equilibradas e aguarda manifestação oficial da Caixa sobre o tema.

Mais sobre o delta

Trata-se do sistema de progressão de carreira em que o valor “delta” é a remuneração adicional paga às empregadas e aos empregados da Caixa como parte da promoção por mérito. O benefício representa um reajuste salarial mediante o cumprimento de metas e critérios de desempenho, como participação em programas de qualidade de vida, cursos e avaliação de competências e resultados, com o objetivo de valorizar o trabalho e incentivar a constante qualificação.

Critérios para o delta de 2025
(a ser pago em 2026)
Os critérios que precisaram ser cumpridos em 2025 para o recebimento do primeiro e do segundo delta foram:

1° Delta
• Certificação Agir Certo Caixa;
• Certificação Cultura Digital;
• Participação em uma ação do Programa Qualidade de Vida;
• Um curso de iniciativa pessoal na Universidade Caixa ou Plataforma Coursera.

2° Delta
Para até 20% dos promovidos com 1 delta, com:
• Lotação em unidade com nota final anual no Resultado.Caixa maior que 100%, considerando o local onde o empregado esteve lotado por maior tempo ou a unidade em que estiver lotado em 31 de dezembro, o que for mais benéfico;
• Participação em pelo menos duas ações do Programa Qualidade de Vida.

Desempate
• Maior idade;
• Maior tempo de Caixa;
• Maior nota final anual no Resultado.Caixa.

Itens a serem considerados para pontuação na sistemática de Promoção por Mérito:
• Imunização na Campanha de Vacinação Antigripal;
• Convênio Gympass ativo, incluindo Plano Digital gratuito;
• Participação em circuitos esportivos regionais;
• Cadastro do app Caixa em Movimento;
• Participação no Programa de Nutrição e Hábitos Saudáveis;
• Adesão ao Programa Saúde da Mulher e do Homem.

Quem fica de fora?
Impedimentos previstos no RH 176:
• Ter menos de 180 dias de efetivo exercício;
• Ter sofrido penalidade de suspensão;
• Ter sofrido censura ética;
• Ter sofrido advertência, tendo recebido outra nos últimos cinco anos;
• Estar com o contrato de trabalho suspenso;
• Estar com o contrato de trabalho extinto;
• Ter faltas não justificadas.

Obs.: As empregadas e empregados que estão na referência de carreira 248 não recebem novos valores de delta, pois já atingiram o teto da carreira.

Fonte: Contraf-CUT

Trabalhadores bancários do Itaú aprovaram, nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, através de assembleia remota, Acordo Coletivo de Trabalho, com vigência de 01 (um) ano, durante o período de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2026, para reconhecimento do modelo de Teletrabalho, do Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada, da Validação do Ponto, do Regime de Compensação de Horas, da concessão da Bolas Auxílio Estudo, da Gestão Ética na Relação de Trabalho, do Programa de Acolhimento e da Criação da Mesa Bipartite.

Na base do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, a proposta foi aprovada com 94,74%.

Participaram: empregados representados, sócios e não sócios, que prestam serviço para o Banco Itaú Unibanco S/A; Itaú Unibanco Holding S/A; Banco Itaú Consignado S/A; Financeira Itaú CBD S/A – Crédito, Financiamento e Investimento e Luizacred S/A Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento e Redecard Sociedade de Crédito Direto S/A.

Nesta sexta-feira, 9 de janeiro, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou um ato pelo Dia Nacional de Luta contra o fechamento das agências na Caixa Econômica Federal e por mudanças nas regras do Super Caixa.

A manifestação ocorreu em Nova Iguaçu, e corrobora com os atos que irão ocorrer, em todo o país, na próxima segunda-feira (12/1).

165 ANOS DE CAIXA

A Caixa Econômica Federal alcança seus 165 anos no dia 12 de janeiro, em grande medida, graças à resistência, unidade e luta das empregadas e dos empregados na defesa do banco como um banco público e necessário ao desenvolvimento do país.

Foi a articulação do movimento sindical trabalhista, de suas empregadas e empregados, que, ao longo de anos, impediu que a Caixa fosse enfraquecida permitindo que, hoje, o banco público continue fazendo parte do dia a dia da vida de todos os brasileiros e como principal responsável pela operação dos programas sociais do Governo Federal.

Além de responder por 70% do financiamento imobiliário do país e gestão das Lotéricas, só no 1º semestre de 2025, o banco havia pago R$ 229,8 bilhões em programas sociais, sendo R$ 89 bilhões com benefícios do INSS, R$ 81,4 bilhões no Bolsa Família, R$ 31,1 bilhões no Seguro-desemprego, R$ 17,7 bilhões no abono salarial e R$ 6,4 bilhões no Pé-de-Meia. Em termos de números de vidas impactadas, foram 56 milhões de beneficiados, sendo 20,8 milhões só no Bolsa Família.

Por trás desses grandes números, está o empenho diário dos empregados e empregadas da Caixa, que atendem toda essa população e que, nos últimos anos, resistem ao fechamento de agências - desde 2017, foram encerradas 196 (113 delas em 2024 e mais de 50 em 2025), impactando negativamente na economia local, a população e os próprios empregados, com transferências, descomissionamentos, perdas de gratificações e reduções salariais.

DIA DE LUTA

É por isso que, no dia 12 de janeiro, Sindicatos de todos o Brasil estarão realizando o Dia Nacional de Luta, contra o fechamento das agências e por mudanças nas regras do Super Caixa.

Também está sendo distribuído um informativo, o boletim Avante, com informações importantes e pertinentes ao que vem ocorrendo no banco.

Além destas atividades nas unidades, agências e departamentos, foram realizadas ações nas redes sociais, com a divulgação do abaixo-assinado "Vendeu, recebeu!", disponível no link
https://www.change.org/p/campanha-vendeu-recebeu.

Defender a Caixa é investir no futuro do país!

O fechamento em massa de agências promovido pelo Itaú Unibanco tem agravado a precarização do atendimento bancário em todo o país. Ao todo, cerca de 250 agências estão sendo encerradas, deixando a população sem acesso adequado aos serviços e sobrecarregando as unidades remanescentes, principalmente nas periferias.

Bancários relatam adoecimento, pressão constante e sobrecarga de trabalho, enquanto clientes enfrentam atendimento precário. Fotos e relatos enviados por trabalhadores e pela população confirmam agências superlotadas e condições incompatíveis com a responsabilidade social de um banco que registra lucros bilionários ano após ano.

Segundo dados já divulgados pela Contraf-CUT, o Itaú confirmou o fechamento de 241 agências, restando ainda nove unidades em processo de encerramento. De acordo com o banco, do total de trabalhadores atingidos, 79% foram realocados, muitas vezes em condições inadequadas; 3% pediram demissão devido à pressão; e 18% foram desligados, número alarmante diante da alta lucratividade do banco.

Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, a política de fechamento de agências aprofunda a exclusão bancária e penaliza trabalhadores e clientes. “O banco está fechando agências sem planejamento, deixando a população sem atendimento e jogando a sobrecarga para outras unidades que não têm estrutura nem funcionários suficientes. Nas periferias, as agências estão completamente lotadas. É uma situação caótica, que adoece os bancários e desrespeita a população”, afirmou.

A Contraf-CUT alerta que o fechamento de agências afeta principalmente idosos, pessoas com deficiência e clientes que dependem do atendimento presencial. Diante desse cenário, a entidade orienta que a população registre reclamações nos Procons, denunciando a superlotação, a demora no atendimento e os prejuízos causados pelo encerramento das unidades.

*com informações da Contraf-CUT

No dia 13 de janeiro de 2026, empregados representados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, que prestam serviço para o Banco Itaú Unibanco S/A; Itaú Unibanco Holding S/A; Banco Itaú Consignado S/A; Financeira Itaú CBD S/A – Crédito, Financiamento e Investimento e Luizacred S/A Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento e Redecard Sociedade de Crédito Direto S/A, participarão de assembleia remota, para deliberar sobre a: aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho, com vigência de 01 (um) ano, durante o período de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2026, para reconhecimento do modelo de Teletrabalho, do Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada, da Validação do Ponto, do Regime de Compensação de Horas, da concessão da Bolas Auxílio Estudo, da Gestão Ética na Relação de Trabalho, do Programa de Acolhimento e da Criação da Mesa Bipartite.

A votação ocorrerá das 8 horas até às 20 horas.

PARA VOTAR

Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/

O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br)

IMPORTANTE

O Sindicato indica a aprovação do acordo.