Junho 12, 2026
Slider
Imprensa

Imprensa

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense esteve, nesta terça-feira, 15 de julho, na agência 0406 (Nova Iguaçu - Centro) do Bradesco, localizada na Praça Rui Barbosa, onde também funciona a Regional Nova Iguaçu, para protestar contra as demissões e fechamento de agências que vem ocorrendo na região.

Os dirigentes sindicais falaram com funcionárias, funcionários e clientes sobre o que o banco vem chamando de “reestruturação”, mas que está fechando agências, cortando postos de trabalho e sobrecarregando os trabalhadores, que vem sofrendo com o adoecimento devido à sobrecarga. Essas medidas também afetam os clientes, que enfrentam agências superlotadas, nas unidades que ainda permanecem abertas.

O banco justifica os cortes como parte de um movimento de “ajuste no custo de servir” e “reforço nas áreas de tecnologia, operações e negócios”.

LUCROS E DEMISSÕES

O Bradesco registrou um Lucro Líquido Recorrente de R$ 5,864 bilhões no primeiro trimestre de 2025, representando um crescimento de 39,3% em relação ao mesmo período de 2024 e de 8,6% frente ao trimestre anterior. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) alcançou 14,4%, um acréscimo de 3,9 pontos percentuais em 12 meses.

Apesar do lucro expressivo, o Bradesco manteve sua política de redução de postos de trabalho e estrutura física. Em doze meses, foram encerrados 2.269 postos de trabalho, sendo 657 apenas no primeiro trimestre de 2025. Ao final de março, a holding contava com 83.365 funcionários, dos quais 71.953 estavam no Bradesco.


Também foram fechadas 420 agências, 891 postos de atendimento e 81 unidades de negócios nos últimos 12 meses. A rede passou a contar com 2.284 agências, 2.776 postos de atendimento (incluindo Postos de Atendimento Eletrônico/PAEs) e 721 unidades de negócios.

*confira mais fotos em nossas redes sociais

Na última quinta-feira, 10 de julho, o Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT se reuniu com representantes das federações e sindicatos de bancários de diversas regiões do país para debater as principais preocupações e propostas relacionadas à segurança no setor financeiro. O encontro serviu para alinhar os pontos que serão levados à mesa de negociação com a Fenaban, prevista para agosto, e também definiu uma data indicativa para o Seminário Nacional de Segurança Bancária, que deve ocorrer em novembro.

Pedro Batista, Coordenador Geral do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense e Vice-Presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES), participou da reunião, que aconteceu em São Paulo.

“É inadmissível os trabalhadores ficarem expostos a riscos causados por falta de investimento.
Vamos lutar sempre pela integridade de todos que usufruem e utilizam os serviços bancários”, comentou Pedro.

A reunião foi marcada por relatos contundentes sobre a precarização das condições de segurança nas agências. Os representantes destacaram o fechamento de unidades físicas, especialmente nos grandes bancos, o que tem gerado demissões e aumentado a pressão sobre os locais que permanecem abertos. Em muitos casos, os próprios bancários estão sendo obrigados a abastecer os caixas eletrônicos (ATMs), uma função que deveria ser realizada exclusivamente por empresas de segurança especializada.

Outro ponto de preocupação é a atuação dos bancos junto a prefeituras para retirada das portas giratórias de segurança das agências, medida que coloca em risco a integridade de trabalhadores e clientes. As chamadas “agências de negócios”, modelo cada vez mais adotado pelas instituições, também foram criticadas por não contarem com estrutura de segurança adequada.

Os idosos têm sido particularmente prejudicados com o avanço do autoatendimento e da digitalização, tornando-se alvos frequentes de golpes e fraudes. A falta de suporte presencial nas agências aumenta ainda mais a vulnerabilidade desse público.

Entre as principais reivindicações que serão levadas à Fenaban estão:

  • Avaliação dos planos de segurança das agências pela Polícia Federal;
  • Proibição de abertura de terminais de autoatendimento por funcionários;
  • Obrigatoriedade de sinalização externa nas agências sobre a inexistência de numerário no local;
  • Visitas técnicas aos centros de segurança dos principais bancos;
  • Participação de representantes da Polícia Federal e especialistas no seminário nacional.

*com informações da Contraf-CUT e Fetraf RJ/ES

A Comissão de Negociação das Entidades Representativas dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu na manhã desta sexta-feira (11), na sede da ANABB, para alinhar estratégias e preparar a participação na rodada de negociação com a direção do banco, ocorrida no período da tarde, com foco na sustentabilidade da Cassi.

Durante a reunião com o Banco do Brasil, os representantes da instituição apresentaram uma proposta que altera significativamente a forma de custeio do plano de saúde. O BB indicou a necessidade de manter a proporção de contribuição entre banco e funcionários próxima dos atuais 52% e 48%, propondo um novo patamar de 53% para o banco e 47% para os associados. No entanto, para alcançar esse equilíbrio, sugeriu aumentar a contribuição mensal dos funcionários de 4% para 5,5%.

Além disso, o banco propôs elevar o percentual de contribuição sobre o primeiro dependente para 3%, tanto para funcionários da ativa quanto para aposentados. Atualmente, os da ativa contribuem com 1% e os aposentados com 2%. Outra mudança apresentada foi o fim dos limites por grupo familiar e por dependente.

A proposta foi rejeitada em mesa pela Comissão de Negociação dos Funcionários. Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão, houve consenso entre todas as entidades representadas sobre o caráter excessivamente oneroso da proposta. “O reajuste proposto impactaria severamente o orçamento das famílias dos associados. Por isso, não há condições de aceitá-lo nos termos apresentados”, afirmou.

A Comissão também pontuou que é necessário encontrar alternativas que não se baseiem exclusivamente em percentuais sobre a remuneração dos trabalhadores, uma vez que os salários não acompanham a escalada da inflação médica.

Os representantes do banco se comprometeram a estudar outras possibilidades e uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de agosto.

Fonte: Contraf-CUT

Nesta quinta-feira, 10 de julho, a Coordenadora Geral do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, Renata Soeiro, e a Diretora Elizabeth Paradela, representaram a categoria bancária da região, no ato de protesto contra as seguidas medidas antipopulares que estão sendo aprovadas, ou em tramitação, no Congresso Nacional.

Os atos também aconteceram nas principais cidades do país e foram convocados pelas Centrais Sindicais e Movimentos Populares.

“É nosso dever lutar pela redução da jornada de trabalho, principalmente, para as mulheres, que não veem seus filhos crescerem, trabalhando na escala de 6×1. Estamos nas ruas por isso, também”, comentou a Coordenadora Renata.

PRINCIPAIS EIXOS

▶️ taxar os super-ricos e garantir direitos para o povo

▶️ fim da escala 6×1

▶️ isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais

IOF

Após a vergonhosa votação do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o boicote de setores do Congresso Nacional em pautar medidas que beneficiem o trabalhador, como a tributação dos super ricos, a isenção a quem ganha até 5 mil reais e o fim da escala 6×1, o ato foi convocado e atendido por diversos setores da sociedade.

TARIFAÇO DO TRUMP

Os manifestantes também foram pras ruas protestar contra o aumento das tarifas de importação determinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

SEU DEPUTADO ESTÁ DE QUE LADO?

Uma pesquisa mostrou que mais da metade dos deputados federais são contra o projeto que limita os supersalários no funcionalismo público. O levantamento questionou como os deputados avaliam pautas em debate no Congresso e a proposta está entre os temas mais rejeitados.

Os que são à favor representam 32%, 15%, não souberam ou não responderam.

Veja os números:

  • Contra: 53%;
  • A favor: 32%;
  • Não sabem/não responderam: 15%

O limite dos salários do funcionarismo público deveria ser de R$ 46.366, mas na prática vencimentos superam os 5 dígitos. A proposta do governo Lula limita o pagamento acima deste valor.

Nos tribunais de justiça é comum que as indenizações, gratificações, vantagens pessoais e eventuais somadas aos salários dos magistrados elevem os vencimentos a mais de R$ 100 mil em alguns meses do ano.

E aí? Seu Deputado está de qual lado? 

*com informações da Fetraf RJ/ES

 

Em reunião na tarde desta terça-feira (8), o Banco do Brasil anunciou à Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) a ampliação do número de escritórios e de superintendências com o regime de Teletrabalho Remoto Institucional (TRI), combinando dias de trabalho presencial com dias de trabalho remoto. 

A partir deste mês de julho, o número de escritórios nesse sistema passará de 19 para 50 unidades, e o número de superintendências de 12 para 25 unidades. 

"A medida de dobrar a quantidade de escritórios que realizam TRI e assegurar que, pelo menos, um escritório em cada estado faça esse trabalho é uma conquista do movimento sindical bancário, assinada na última renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)", explica a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.  Atualmente, nos escritórios onde o TRI já é implementado, os funcionários têm direito a dois dias de home office. Mas, nos 31 escritórios que serão agregados ao sistema, o TRI será de apenas um dia. Na reunião desta terça-feira, a representação do banco destacou que poderá haver, futuramente, uma revisão para aumentar os dias em home office.

"Nas negociações que geraram essa conquista, no ACT, a promessa foi cumprida, de ampliação dos locais com TRI em todos os estados. Mas nós deixamos claro, hoje, que queremos que esse direito seja nivelado para todas as unidades, para que em todos os locais os funcionários e funcionárias possam ter, pelo menos, dois dias de home office", complementa Fernanda Lopes.

O movimento sindical bancário também chamou a atenção para ampliação do número de dias de home office nas superintendências. Atualmente, em todas essas unidades, os funcionários têm apenas a possibilidade de trabalhar no formato remoto uma vez por semana.

"A ampliação do TRI é uma conquista: têm relação com a qualidade de vida da bancária e do bancário do BB. E vamos continuar atuando, como movimento sindical, para a manutenção do que já foi conquistado e ampliação do TRI", conclui a coordenadora da CEBB.

Os trabalhadores serão informados sobre as novas unidades contempladas pela medida ainda nesta semana, ressaltou a representação do banco, ao final da mesa de negociação.

Fonte: Contraf-CUT

Feijoadas de Julho

Julho 10, 2025

Confira as datas das feijoadas, promovidas pelo Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, no mês de julho:

Dia 25/7 - Nova Iguaçu (sexta-feira)
Dia 31/7 - Duque de Caxias (quinta-feira)

Até lá!

Nesta terça-feira, 8 de julho, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou o Dia Nacional de Luta dos Funcionários do Banco Itaú-Unibanco, em defesa do emprego e contra o fechamento de agências.

O ato ocorreu nas agências de São João de Meriti, onde os dirigentes sindicais falaram com os bancários e bancárias, além de levarem faixas e uma carta aberta, que foi distribuída para a população, também.

O Sindicato alertou os malefícios da busca incessante por resultados às custas do emprego e da piora no atendimento.

O debate sobre a manutenção do emprego na categoria é uma constante em nossas instâncias. Por isso, o movimento sindical vem denunciando as ofensivas do Itaú-Unibanco, que mantém a política de encerramento de postos de trabalho com fechamento de agências, precarização do atendimento a clientes e usuários e a fragilização da segurança bancária nas unidades remanescentes.

Há de se considerar as tratativas em processos negociais, entretanto, com a reiterada posição da direção do banco na manutenção da prática.

Vamos juntos reverter este quadro!

*confira mais fotos em nossas redes sociais 

Além de falar sobre questões do momento, que estão esquentando a cabeça das empregadas e empregados da Caixa em todo o país, a reunião de negociação entre a representação dos trabalhadores e do banco, ocorrida na quinta-feira (3), trouxe uma definição superimportante para todo o pessoal da Caixa: as negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), específico do Saúde Caixa começarão ainda neste mês.

Após insistentes cobranças da representação dos empregados, ficou acertado que a primeira reunião acontecerá na terceira semana de julho. A data somente não foi definida devido a acertos necessários na agenda.

“Este talvez seja o principal tema a ser tratado neste ano”, avalia a diretora da Contraf-CUT, Eliana Brasil, que coordenou a representação das empregadas e empregados na negociação desta quinta-feira.

“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas que nós, empregadas e empregados da Caixa, obtivemos em toda a história. Nosso plano de saúde tem muitas coberturas que outros planos não têm. E ainda somos permitidos participar, mesmo que parcialmente, da gestão do plano. E isso é muito bom, pois podemos ajudar a controlar os gastos e os reajustes das mensalidades”, completou a dirigente da Contraf-CUT.

Reajuste Zero!

E, por falar em controle dos reajustes das mensalidades... As empregadas e empregados estão em campanha contra qualquer reajuste nos valores cobrados dos usuários do plano de saúde.

“Não suportamos mais reajustes! Os valores pagos mês a mês já consomem boa parte dos nossos rendimentos. Não dá para pagar mais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, ao explicar que a inflação dos custos médicos é maior do que os reajustes salariais dos empregados e que o custeio pela Caixa já chegou ao limite de gastos que o próprio banco definiu para ter com a saúde do seu quadro de pessoal (fixado no Estatuto Social do banco em 6,5% da folha de pagamentos).

“Por isso, reivindicamos o fim do teto de gastos da Caixa com a Saúde dos empregados e empregadas. Se este teto não cair, os usuários do plano terão que arcar com os aumentos impostos pela inflação médica. Como eles não têm mais condições de absorver estes custos, há o risco de haver uma grande debandada”, explicou. “Não é isso o que a gente quer. A gente defende que quem sempre ajudou o banco a ter bons resultados e ser respeitado, ‘quem sempre cuidou do Brasil, merece ser cuidado’”, disse. “Por isso, defendemos e vamos lutar pela extinção do teto de gastos da Caixa com a saúde de seus empregados”, concluiu.

Fonte: Contraf-CUT

 

O novo programa SuperCaixa, que acabou de ser anunciado pelo banco aos empregados, está dando o que falar nas unidades da Caixa em todo o país. E a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) já questionou o banco sobre esse novo programa que deve fundir o TDV e o Bônus Caixa, durante a reunião realizada nesta quinta-feira (3).

“As empregadas e os empregados, tanto gestores, quanto subordinados, não podem ser prejudicados pelas mudanças que a Caixa está colocando em prática”, disse a diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro. “O novo regulamento apresenta impactos significativos sobre a remuneração e na quantidade de beneficiários. É um assunto urgente. Precisamos saber se a Caixa valoriza os esforços de seus empregados, ou se a contenção de despesas está em primeiro lugar”, completou.

O banco vai agendar uma reunião, o mais breve possível, para tratar do assunto, mas adiantou que a intenção é incluir o pessoal técnico das unidades na distribuição dos resultados. Ou seja, aumentar o público.

Acesso remoto

A representação sindical dos trabalhadores também pediu informações sobre os problemas para o acesso VDI/VPN, que impede o trabalho remoto. “O banco não tem estrutura para que todos trabalhem nas unidades físicas. Quem não conseguir trabalhar tem que ter o dia abonado”, ressaltou a diretora da Contraf-CUT, Eliana Brasil.

Saúde Caixa

A representação dos empregados cobrou o início das negociações sobre o Saúde Caixa. Ficou acertado que a primeira reunião será realizada na terceira semana de julho, com data a ser definida após acerto da agenda.

Outros temas

Também foram tratados sobre o CaixaVerso, o calendário do Saúde Caixa, reestruturação, a campanha de vacinação, a jornada de pais e mães de PCDs e a criação do GT Bancários do Futuro.

Fonte: Contraf-CUT

Após insistência da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), o banco se reunirá com a representação dos empregados nesta quarta-feira (2) para começar as instalações dos comitês de credenciamento e descredenciamento de profissionais de saúde, clínicas e hospitais da rede de atendimento do plano.

“É uma conquista dos empregados em mesa de negociação, fundamental para manter a qualidade do Saúde Caixa em todos os estados do país. Há reclamações constantes sobre a centralização do atendimento, que dificulta o acesso em regiões mais distantes”, avaliou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto.

O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, informou que serão constituídos 14 comitês regionais de 12 membros, seis indicados pelas entidades representativas e os outros seis pelo banco, com a condição de que haja empregados da rede local para os indicados pela empresa. As Gerências e Representações Regionais de Pessoas (Gipes/Repes) vão seguir um cronograma apresentado pelo banco.

“O número só foi ampliado para 14 comitês após muita luta da representação dos trabalhadores. A proposta inicial da Caixa era criar apenas 8 comitês, um por Gipes. A nova estrutura garante que mais regiões estejam representadas, fortalecendo o controle social sobre a rede credenciada”, informou o coordenador.

Os comitês serão bipartites e compostos por doze membros, seis indicados pelas entidades representativas dos empregados e seis pela Caixa. As reuniões serão trimestrais, podendo ser convocadas de forma extraordinária, caso necessário.

Confira abaixo a relação dos comitês por região:

Relacao de comites de credenciamento e descredenciamento.jpeg

Fonte: Contraf-CUT