Julho 26, 2026
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    Sindicato realiza Dia Nacional de Luta em defesa da Saúde Caixa

    Nesta terça-feira, 7 de setembro, o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense realizou o Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa, com participação das empregadas e empregados, em Nova Iguaçu.

    O ato ocorreu presencialmente, nas agências e departamentos de todo o país, e nas redes sociais.

    Os dirigentes sindicais se reuniram e conversaram com colegas de trabalho, e distribuíram materiais informativos sobre a campanha.

    O objetivo do ato é informar as empregadas e empregados sobre as negociações para renovação do Acordo Coletivo do Saúde Caixa, que estão em reta final, e mobilizá-los para a campanha em defesa do plano e da proposta dos empregados já apesentada ao banco.

    A saber:

    • Reajuste zero nas mensalidades do Saúde Caixa;
    • Fim do teto de custeio de 6,5% da folha salarial;
    • Cumprimento do modelo de custeio 70/30;
    • Respeito aos princípios do mutualismo, solidariedade e ao pacto intergeracional;
    • Melhoria e ampliação da rede credenciada própria;
    • Compartilhamento das redes de outros planos;
    • Plano na aposentadoria para contratados depois de 2018;
    • Fortalecimento do GT Saúde Caixa;
    • Fortalecimento do Conselho de Usuários;
    • Maior participação dos usuários e representantes dos trabalhadores na gestão do plano;
    • Funcionamento efetivo dos comitês de credenciamento;
    • Aporte pela Caixa dos valores pagos a menor.

    NEGOCIAÇÃO

    Na última segunda-feira (6/10), a Caixa Econômica Federal negou a extinção do teto de 6,5% da folha salarial para os seus gastos com a saúde de seus empregados e apresentou uma proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho do Saúde Caixa com aumento do percentual de contribuição dos titulares de 3,5% para 5,5%.

    A proposta do banco ainda prevê reajuste do valor a ser pago por dependente, de R$ 480 para R$ 672. Pela proposta da Caixa, os valores máximos a serem pagos pelas empregadas e empregados sofrerão reajuste médio de 71%, passando de até 7% para até 12% da remuneração base.

    Também pela proposta do banco, o reajuste médio nas contribuições dos titulares pode chegar a 57,14%. Para os dependes a 40% e os valores máximos a serem pagos pelas empregadas e empregados sofreria um acréscimo de 71%.

    A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa recusou a proposta em mesa.

    As negociações foram retomadas nesta terça-feira (7).

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