Junho 13, 2026
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Imprensa

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Os bancários do Santander estão insatisfeitos com a mudança de bandeira dos vales-alimentação e refeição, implementado no último dia 30 de abril. A Contraf-CUT recebeu, através dos seus sindicatos filiados, diversas denúncias de funcionários do banco que tiveram dificuldade de uso do Ben Visa Vale, pois não acharam lugares cadastrados no novo sistema. As reclamações também foram feitas no aplicativo Santader Now e no site Reclame Aqui.

“Apesar de o banco ter dito que tudo daria certo com a mudança da bandeira do vale alimentação, está um caos. Muitos trabalhadores não estão conseguindo utilizar o cartão e precisam pagar suas refeições e compras de outra forma”, criticou secretário de Assuntos Socioeconômicos e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com o banco, Mario Raia.

Mario disse que vários locais que aparecem como cadastrados não aceitam o cartão e muitos que os trabalhadores pediram o cadastro há meses ainda não foram cadastrados. “O banco foi procurado para falar sobre o assunto, disse que tem conhecimento dos problemas e que tem uma equipe grande para solucioná-los no mais breve prazo possível”, completou Mario Raia.

Na última reunião do COE com o Santander, no dia 25 de abril, foi pautado o assunto. Os funcionários, inclusive chamaram atenção para possíveis problemas e solicitaram o adiamento da implantação do novo cartão, para que novos postos fossem incluídos. Mas, a direção do banco informou que tinha cadastrado 123 mil pontos de atendimentos e até o fim do ano seriam 300 mil. Alegou ainda que, por questões contratuais, não poderia prorrogar, mantendo a data de início do Ben Vale.

Fonte: Contraf-CUT

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense esteve na Estátua de Zumbi dos Palmares, no Calçadão de Duque de Caxias, recolhendo assinaturas contra a Reforma da Previdência e que acaba com a aposentadoria do trabalhador. 

A manifestação teve apoio maciço e grande adesão do público em geral. 

Diretoras e diretores também falaram com a população sobre os riscos e malefícios desta reforma. 

Foram distribuídos pés-de moleque para simbolizar a “molecagem” que o governo quer fazer com os trabalhadores.

Em artigo publicado neste 1º de Maio na Folha de S.Paulo, o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, ressalta a unidade história das centrais sindicais em torno de duas causas que agregam também os principais movimentos sociais do país: a defesa da Previdência pública contra uma reforma que inviabilizará as aposentadorias.

Vagner assinala os riscos do modelo de capitalização, a crueldade para homens e mulheres, os problemas para a juventude e o agravamento da desigualdade e da pobreza embutidos no projeto apresentado pelo governo Bolsonaro ao Congresso.

"Não há perspectivas de melhora. Faltam propostas e competência para tirar o país do caos herdado da gestão ilegítima de Michel Temer e agravado pelos 120 dias sob Bolsonaro e Paulo Guedes"

O presidente da CUT acrescenta ainda que a militância da central levantará neste Dia do Trabalhador a luta pela liberdade do ex-presidente Lula. "Operário antes de se tornar o melhor presidente que este Brasil já teve, Lula segue como principal líder da cena política nacional e, por isso mesmo, imprescindível à luta para barrar a reforma da Previdência", afirma.

Leia a íntegra. 

Rumo à greve geral contra a reforma da Previdência

Por Vagner Freitas

Este 1º de Maio entrará para a história do país por unir trabalhadores vestidos com as cores de todas as centrais sindicais, em um mesmo ato e com um só grito: contra a reforma da Previdência. Homens e mulheres hoje invisíveis ao governo aclamarão a data da greve geral que vai parar o Brasil para barrar um dos mais descarados e cruéis ataques aos direitos da classe trabalhadora.

CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical, CSB, CGTB, Nova Central, CSP-Conlutas e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estarão unidas neste 1º de Maio, porque essa é a vontade da classe trabalhadora. Conduzirão juntas essa luta prioritária porque a classe trabalhadora quer parar o país contra a reforma da Previdência.

Ignorados pelo governo, os trabalhadores irão às ruas porque não admitem ter de trabalhar por 40 anos para acessar a aposentadoria integral. Não aceitam um sistema de capitalização que só aumentará os já escorchantes lucros dos banqueiros. Não admitem ser prejudicados por uma proposta que piora a vida da maioria da população, mas, principalmente, pune as mulheres e os mais pobres. Não querem os professores nas salas de aula até os 60 anos nem trabalhadores do campo sem direito de se aposentar.

A tarefa histórica das centrais de organizar a luta da classe trabalhadora cresce nesse momento em que o país está obscurecido pela anormalidade democrática --por isso a unidade é importante. Ao lado dos movimentos sociais, formamos a resistência a um governo que, desde a posse, tem adotado medidas hostis à classe trabalhadora, contrárias aos setores mais pobres e de perseguição à organização sindical, com o objetivo de destruir a capacidade de resistência dos entes que representam legitimamente os trabalhadores. Medidas autoritárias e inconstitucionais, que expressam o compromisso do Planalto com as forças conservadoras que elegeram Jair Bolsonaro (PSL) e a total sujeição dos interesses públicos à lógica de um mercado dominado pelo capital financeiro.

Arquitetada para satisfazer essa parcela dominante, a reforma da Previdência é inadmissível sob todos os aspectos. Uma crueldade à qual homens e mulheres, no campo e na cidade, não se curvarão. Não aceitarão que transfiram às costas do trabalhador a responsabilidade por um "déficit da Previdência", que fecha os olhos aos quase R$ 400 bilhões que empresas sonegaram ao INSS.

Não aceitarão uma reforma da Previdência que desestrutura a família brasileira, ao atingir do filho jovem, que ainda não entrou no mercado de trabalho, ao avô cuja aposentadoria é essencial a um orçamento familiar esgarçado por desemprego recorde e economia estagnada.

Não há perspectivas de melhora. Faltam propostas e competência ao governo para tirar o país do caos herdado da gestão ilegítima de Michel Temer (MDB) e agravado pelos 120 dias sob Bolsonaro e Paulo Guedes.

Por isso, convido as famílias brasileiras a participar do ato mais próximo às suas casas. No Vale do Anhangabaú, em São Paulo, e em todo o país, a militância da CUT também erguerá no 1º de Maio a bandeira da luta pela liberdade de Lula. Operário antes de se tornar o melhor presidente que este Brasil já teve, Lula segue como principal líder da cena política nacional e, por isso mesmo, imprescindível à luta para barrar a reforma da Previdência.

Lula livre é a vontade e a luta da classe trabalhadora, que permeiam todas as categorias e os movimentos sociais e sindical.

Nossa luta por uma Previdência pública, universal e solidária, que amplie a proteção social e os direitos dos trabalhadores, quer um Brasil democrático que volte a crescer, com geração de emprego decente.

Fonte: Rede Brasil Atual

Os bancários de todo o Brasil engrossaram a massa de trabalhadores que tomaram as ruas, nesta quarta-feira (1º), para comemorar o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em defesa da Previdência Pública.

Pela primeira vez na história, o ato foi unificado e reuniu as todas centrais sindicais do país: CUT, Força Sindical, Intersindical, CPSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT. “Nós bancários temos muitos motivos para estar no 1º de maio. Primeiro, porque já temos uma unidade muito grande com as outras centrais. Nós da CUT, com a UGT, CTB, Intersindical, já formamos o Comando Nacional dos Bancários e já encaminhamos as lutas dos bancários de forma unitária. E hoje o primeiro de maio é unitário, contra a reforma da Previdência. Porque essa reforma vai acabar com o direito do trabalhador se aposentar. E nós bancários, no Brasil inteiro, estamos participando do primeiro de maio contra essa reforma”, afirmou Juvandia Moreira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando Nacional.

“A gente não quer que o tempo para se aposentar aumente da forma como eles estão propondo. Isso é um absurdo, ninguém vai conseguir se aposentar. A gente não quer que eles tirem a aposentadoria dos pobres, como eles estão querendo fazer. A gente não quer e não pode aceitar que eles acabem com os nossos direitos, por exemplo, com a multa dos 40% do FGTS do trabalhador que se aposenta trabalhando”, completou.

As centrais decidiram durante o ato em São Paulo que dia 14 de junho será o Dia da greve Geral contra a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro. Dirigentes sindicais pediram a retirada do projeto como ponto de partida para um eventual princípio de diálogo. Mas apostam na greve geral como fator fundamental para derrotar o governo. “A briga é muito dura. Temos condições de barrá-la (a proposta governista). Mas eles também têm condições de aprovar. Precisamos convencer a opinião pública a pressionar os deputados”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, durante os pronunciamentos dos representantes das 10 centrais que se uniram no ato.

Segundo Vagner, as entidades estão de acordo quanto à necessidade de “ajustes” no sistema previdenciário. “Tem de pegar sonegadores, pegar as empresas que sonegam. Mas o que Bolsonaro quer fazer é acabar com a Previdência”, afirmou.

O desemprego, que atingiu mais de 13,4 milhões de brasileiros no mês de março, também foi uma das pautas dos Dia internacional do Trabalhador. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na manhã de terça-feira (30) pelo IBGE, mostram que o número de desocupados cresceu em 1,2 milhão de pessoas desde que o novo governo assumiu.A taxa de subutilização, que indica gente que poderia estar trabalhando mais, atingiu 25%, o maior nível da série histórica, iniciada em 2012. A população subutilizada chega a 28,3 milhões, com acréscimo de 1,5 milhão de pessoas no trimestre e de 819 mil em 12 meses.

Fonte: Contraf-CUT

O Santander Brasil obteve lucro líquido gerencial de R$ 3,485 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa alta de 21,9% na comparação com o mesmo período de 2018. Ante o quarto trimestre do ano passado, houve avanço de 2,3%. O lucro societário, por sua vez, cresceu 21,1% em relação a um ano antes, para R$ 3,415 bilhões. Analistas consultados pelo Valor projetavam lucro gerencial de R$ 3,374 bilhões para o Santander Brasil.

 

Fonte: SEEB Santos via Valor Econômico

As principais estatais federais, alvos de privatização do governo Bolsonaro, registraram crescimento de 132% em 2018, um lucro líquido na ordem de R$ 74 bilhões, segundo o jornal Valor Econômico. O secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério da Economia, Fernando Soares, atribui o desempenho das estatais a um processo de redução das despesas e vendas dos ativos, conduzido desde 2016.

Se forem alvos de uma política de privatizações, no entanto, conforme desejo já anunciado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, o Estado perderia, além desse importante volume de recursos em forma de dividendos, ferramentas importantes para impulsionar a economia, alerta o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual, sobre empresas públicas como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Federal, BNDES, Correios e Eletrobrás, entre outras.

Ao pretender abrir mão do controle público de setores estratégicos, o Brasil atua em descompasso com o processo de reestatização pelo qual passam os países mais desenvolvidos, de acordo com estudos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

"Se a gente está abrindo mão desses instrumentos, nós estamos abrindo mão da capacidade do Estado e do governo de coordenar e conduzir o processo de desenvolvimento econômico", alerta Clemente.

Fonte: Rede Brasil Atual

No primeiro trimestre do "novo" governo, o número de desempregados cresceu 10,2%, em 1,2 milhão, para um total de 13,387 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta terça-feira (30) pelo IBGE. A taxa de desemprego foi a 12,7%, ante 11,6% no último trimestre do ano. Não variou significativamente em relação a igual período de 2018 (13,1%). O total de ocupados (91,863 milhões) caiu 0,9% no trimestre, com menos 873 mil. A subutilização da força de trabalho é recorde e o desalento continua subindo.

A taxa de subutilização, que indica gente que poderia estar trabalhando mais, atingiu 25%, o maior nível da série histórica, iniciada em 2012. A população subutilizada chega a 28,3 milhões, com acréscimo de 1,5 milhão de pessoas no trimestre e de 819 mil em 12 meses.

De acordo com o IBGE, o numero de pessoas desalentadas – que desistiram de procurar emprego – subiu também nas duas comparações, somando 4,8 milhões. O percentual de desalentados manteve o recorde da série (4,4%).

Considerados 12 meses, o país abriu 1,591 milhão de ocupações (1,8%). Mas o que cresce é sempre o trabalho informal. Basicamente, o emprego sem carteira (466 mil a mais no período) e os trabalhadores por conta própria (879 mil).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada foi estimado em 32,918 milhões, estável tanto no trimestre como em 12 meses. O total de sem carteira (11,124 milhões) caiu 3,2% no primeiro período de 2019 (menos 365 mil) e cresceu 4,4% em relação a igual período do ano passado. Isso aconteceu também com os trabalhadores por conta própria: estável nos primeiros três meses e com crescimento de 3,8% em 12 meses.

Estimado em R$ 2.291, o rendimento médio ficou estável no início do ano. E teve crescimento de 3,3% em relação a 2018.

Fonte: Rede Brasil Atual

A cada três horas e 40 minutos, uma morte é registrada por acidente de trabalho no Brasil. Os dados são do Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, que contabilizou 17.200 óbitos entre 2012 de 2018. 

A pesquisa mostra que os acidentes de trabalho são ainda mais frequentes: um a cada 49 segundos: no mesmo período, foram registrados 4,7 milhões. No comparativo, houve queda nos registros de mortes: 2.659 casos em 2014, 2.388 em 2015, 2.156 em 2016, 1.992 em 2017 e 2.022 em 2018.

O Observatório mostra que laceração, fraturas e contusões são as lesões mais comuns: 44% dos casos, quase 1,9 milhão dos acidentes. Segundo a pesquisa, entre os homens os acidentes foram mais frequentes na faixa etária dos 18 aos 24 anos. Já entre as mulheres, de 30 a 34 anos.

As áreas com maior incidência foram atendimento hospitalar (378 mil), comércio varejista, (142 mil), administração pública (119 mil), construção de edifícios (106 mil), transporte de cargas (100 mil) e correio (90 mil). Já no ranking por ocupação, as ocorrências mais frequentes foram as de alimentador de linha de produção (192 mil), técnico de enfermagem (174 mil), faxineiro (109 mil), servente de obras (97 mil) e motorista de caminhão (84 mil).

Já na distribuição geográfica, os estados com maior ocorrência destes incidentes foram São Paulo (1,3 milhão), Minas Gerais (353 mil), Rio Grande do Sul (278 mil) e Rio de Janeiro (271 mil).

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho (MPT), Leonardo Mendonça, afirma que, apesar das empresas adotarem um discurso sobre a importância da segurança nos locais de trabalho, a preocupação com a produção ainda vem em primeiro lugar. "O ideal é ter um ambiente de trabalho organizado não apenas no sentido de um local limpo, mas saudável, que não seja propenso a adoecimentos”, defendeu.

Fonte: Rede Brasil Atual

Os funcionários da ativa participantes do Plano II do Banesprev foram orientados a retificar declaração de imposto de renda. O Santander realizou ajustes no comprovante de rendimentos do ano calendário 2018.

Segundo comunicado do banco, divulgado na sexta-feira, foram ajustadas as informações referentes aos valores de Previdência Privada, uma vez que as contribuições extraordinárias para o plano Banesprev II deixaram de ser deduzidas da base de cálculo para apuração do Imposto de Renda a partir de abril de 2018 e estavam constando indevidamente no Comprovante de Rendimentos.

O banco informou que a alteração segue as orientações emitidas pela Receita Federal conforme a Solução de Consulta n° 354 – Cosit: ( SC Cosit nº 354-2017.pdf ), com posicionamento reiterado na Nota Cosit nº 50, de 27/02/2018. Os bancários do Santander participantes do Plano II do Banesprev que já enviaram sua Declaração de Ajuste Anual 2018/2019, foram orientados pelo banco a retificá-las para não gerar pendências junto à Receita Federal.

Fonte: Contraf-CUT

A conjuntura pede, por isso as bancárias e os bancários de todo o país darão um recado, na próxima quarta-feira (1): os trabalhadores brasileiros são contra a reforma da Previdência.

E essa voz não estará só nas ruas, durante o ato unificado de 1º de maio – realizado pela primeira vez na história por todas as centrais sindicais brasileiras, ela vai repercutir também em todas as redes. Para isso, contamos com você.

Convocamos os bancários a compartilhar nos seus perfis do Instagram, Facebook e Twitter, esta matéria com a hashtag lute pela sua aposentadoria. No dia dos atos, publique sua foto no local com a hashtag lute pela sua aposentadoria e marque as redes sociais da Contraf-CUT: Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. A CUT preparou os materiais de divulgação do 1º de maio.

Programação:

BAHIA

14h – 1º de maio unificado no Farol da Barra, em Salvador.

BRASÍLIA

13h – Ato do 1º de maio da classe trabalhadora no Taguaparque, com apresentações culturais de Vanessa da Mata, Odair José, Israel e Rodolffo, entre outras atrações locais.

No 1º de maio também será celebrado os 40 anos do Sindicato dos Professores de Brasília (Sinpro-DF).

CEARÁ

15h –  Concentração na Avenida Beira Mar, próximo ao espigão da Rui Barbosa,e ato unificado na Praia de Iracema, em Fortaleza, ao lado do Centro Cultural Belchior Largo Luis Assunção.

GOIÁS

14h – Concentração na Praça Cívica, em frente ao Coreto.

17h – Ato político e atividades culturais com shows e outras atrações na Praça Universitária.

MATO GROSSO

16h – Ato político e cultural, com artistas regionais, na Praça Cultural do Bairro Jardim Vitória, em Cuiabá.

MATO GROSSO DO SUL

9h às 12h – Ato unificado do 1º de maio na Rua Anacá com a Rua Barueri, bairro Moreninha II.

MINAS GERAIS

Contagem

7h – Missa do Trabalhador, na Praça da Cemig – Cidade Industrial, com ato e marcha após a missa

Venda Nova

9h – Carreata em frente à Praça da Matris, centro

Santa Luzia

8h – Praça da Juventude – Bairro Cristina B

PARÁ

9h – Ato do 1º de maio no Mercado de São Brás, em Belém.

PARAÍBA

14h – Caminhada com concentração em frente ao Centro de Zoonoses dos Bancários.

17 – Ato cultural no Mercado Público de Mangabeira.

PARANÁ

8h – Café da manhã, celebração ecumênica e caminhada, na Paróquia São João Batista, Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 698, Bairro Rebouças.

PERNAMBUCO

9h – Concentração na Praça do Derby, em Recife.

PIAUÍ

8h – Ato do 1º de maio na Praça da Integração – C.S.U do Parque Piauí, em Teresina.

RIO DE JANEIRO

9h às 14h – Ato na Praça Mauá, com barraquinhas para coleta de assinaturas do abaixo-assinado contra a reforma da Previdência, além de outras atividades organizadas pelos sindicatos e movimentos populares.

14h às 17h – Os trabalhadores e trabalhadoras sairão em bloco pelas ruas, intercalando bloco e fala política das centrais sindicais e movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

SERGIPE

8h – Concentração do ato na Praça da Juventude – Conjunto Augusto Franco. Em seguida, caminhada em direção aos Arcos da Orla de Atalaia, onde ocorrerá um ato político e cultural com coleta de assinaturas do abaixo-assinado contra a reforma da Previdência.

RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre

14h – Concentração na Rótula das Cuias

15h – Caminhada na Orla do Guaíba

16h – Ato na Rótula do Gasômetro

Caxias do Sul

14h – Ato nos Pavilhões da Festa da Uva

Bagé

14h – Concentração na Praça do Coreto, com caminhada pela Avenida 7 de Setembro;

Erechim

10h – Concentração no Bairro Atlântico

Passo Fundo

14h às 17h – Ato no Parque da Gare

Pelotas

14h às 18h – Ato com mateada e atividades artísticas na Praça Dom Antônio Zattera

Santa Maria

10h às 17h – Atividades com ato ecumênico, almoço coletivo, apresentações culturais, mateada, lançamento do Comitê Regional contra a Reforma da Previdência e ato público no Alto da Boa Vista, no bairro Santa Marta.

Ijuí

14h – Concentração seguida de ato na Praça Central.

Rio Grande – (a definir)

SANTA CATARINA

Florianópolis

9h – Programação com culto ecumênico, atividades culturais e debates no Parque Municipal do Maciço da Cruz.

9h30 – Debates sobre a Reforma da Previdência e atividades culturais na comunidade do Mont Serrat.

Palhoça

Debates sobre a Reforma da Previdência e atividades na ocupação Nova Esperança.

Blumenau

15h – Ato público em defesa da Previdência na Praça da Prefeitura.

SÃO PAULO (região metropolitana e inteiror)

Campinas

9h30 – Concentração no Largo do Pará com caminhada até o Largo da Catedral

10h30 – Ato no Largo da Catedral

11h – Ida ao 1º de maio em São Paulo, no Vale do Anhangabaú

*A Missa dos Trabalhadores na Catedral será das 9h às 10h30

Osasco

6h30 – 11º Desafio dos Trabalhadores, tradicional corrida e caminhada de rua do dia 1º de maio, com concentração a partir das 6h30.

São Bernardo do Campo

Ação Inter-religiosa

9h – Concentração na Rua João Basso, 231, com procissão até a Igreja da Matriz

9h30 – Missa

Sorocaba14h às 22h – O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) organiza um ato político-cultural no Parque dos Espanhóis, com a presença de Ana Cañas, Detonautas, Francisco El Hombre, entre outros.