Agosto 29, 2025
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O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, avalia que a “escolha do ex-presidente da CUT, João Felício, para presidir a Confederação Sindical Internacional (CSI) é um reconhecimento do protagonismo cutista e da unidade do movimento sindical brasileiro, da ação que temos desempenhado para o avanço de um projeto de inclusão social em nosso país”.

Para Vagner, “sem as conquistas que melhoraram a vida do povo brasileiro, sem os avanços na economia, na política e na cultura, tamanho respaldo do sindicalismo mundial não teria sido possível”.

A aprovação do nome de João Felício, secretário de Relações Internacionais da CUT, ocorreu na quarta-feira (2), em Bruxelas, com a presença de lideranças das principais centrais dos cinco continentes. A decisão será referendada na reunião do Conselho Geral da CSI, que ocorre após o Congresso da entidade, entre os dias 18 e 23 de maio, em Berlim.

Vagner agradeceu o apoio do presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah; do secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e de Carlos Alberto de Azevedo, presidente da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), centrais que, junto com a CUT, compõem a CSI e que estiveram unidas com os cutistas em Bruxelas.

“Temos orgulho das relações sérias, cordiais e respeitosas construídas com o sindicalismo brasileiro. Acredito que, com esta unidade, vamos levar às ruas de São Paulo, no ato do dia 9 de abril, 50 mil trabalhadores e trabalhadoras para pressionar o governo, o Congresso Nacional e os empresários pela pauta sindical”, destacou Vagner.

João Felício, primeiro latino-americano na presidência da CSI

De acordo com João Felício, a eleição de um dirigente da CUT para presidir a CSI é “uma demonstração da importância do sindicalismo brasileiro, da unidade em torno de uma candidatura”.

Para ele, “a definição reforça nossa responsabilidade de avançar na consolidação de conquistas para a classe trabalhadora. O reconhecimento mundial ao sindicalismo praticado pela CUT coroa uma visão de que devemos reforçar a luta com uma ação pela base, de enfrentamento à globalização neoliberal”, enfatizou.

O fato de que pela primeira vez um latino-americano irá presidir a entidade, acrescentou João Felício, dialoga com a resistência da classe no continente, que tem sabido exercer seu protagonismo “com luta e mobilização contra o desemprego e a retirada de direitos, mas também indo além dos temas relacionados ao mundo do trabalho”.

“Nosso projeto desde já é vitorioso. Creio que teremos uma CSI mais de luta, mais organizada, mais pela base, representando todos os continentes, fortalecendo a unidade Norte e Sul. Nosso objetivo é contribuir com a experiência que temos relacionando a pauta trabalhista com mudanças sociais no papel do Estado para a democratização das relações do trabalho e do desenvolvimento dos nossos países e povos”, declarou.

A experiência de João Felício, que já foi presidente e secretário geral da CUT e presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores da Rede Estadual de Ensino de São Paulo) – a maior entidade sindical da América Latina – somou na indicação. A principal entidade de representação da classe trabalhadora em todo o mundo congrega 175 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, associados a 311 entidades filiadas em 155 países e territórios.

Entre outras lideranças, estiveram presentes em Bruxelas lideranças da CUT do Chile; CUT da Colômbia; DGB da Alemanha; AFL-CIO dos Estados Unidos; CLC do Canadá; CGT, CFDT e FO da França; CCOO, UGT e USO da Espanha; CGIL, CISL e UIL da Itália; CSC Bélgica; todas as centrais escandinavas (Dinamarca, Suécia e Noruega); TUC da Inglaterra; FNPR da Rússia; Cosatu da África do Sul; UNTA de Angola; JTUC do Japão; representantes da Confederação Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA) e da CSI África.

Fonte: Leonardo Severo – CUT

Somente nos primeiros três meses deste ano o Santander já lucrou R$ 1,5 bilhão. Os funcionários são responsáveis por grande parte desse resultado, já que o arrecadado com as operações de crédito subiu 8,3% – batendo em R$ 256 bilhões -, e saltou 9,1% com prestação de serviços e tarifas, chegando a R$ 2,7 bilhões, o que representa uma folha e meia de pagamento de todos os funcionários.

 

Mas as principais políticas de “valorização e reconhecimento” da instituição espanhola no Brasil continuam sendo demissões, mais tarefas para os funcionários e criação de dificuldades para o recebimento da remuneração variável.

 

Em apenas dois dias úteis da última semana, o Sindicato dos Bancários de São Paulo recebeu denúncias de demissões de vários coordenadores e caixas, além de gerentes e funcionários de centros administrativos em sua base sindical.

 

Na terça-feira 30, os bancários de Santos paralisaram seis agências do Santander depois de o banco ter demitido nove coordenadores na base territorial da entidade.

 

 

Sobrecarga de tarefas 

 

Os coordenadores já estavam trabalhando nos caixas das agências para suprir a falta de funcionários e atender à demanda dos clientes. De acordo com a diretora do Sindicato, Maria Rosani, para piorar a situação, os coordenadores de agências estão tendo de fazer serviços que antes eram realizados em outros setores.

 

O processamento das operações dos caixas automáticos e compensação de cheques, por exemplo, eram efetuados em um núcleo específico. Agora, essas tarefas passaram a ser também de responsabilidade da área operacional.

 

“Fora todo o serviço que o coordenador já tinha na agência, ele assumiu mais essas tarefas que o banco tirou de outras áreas, sem contar que estão ocorrendo demissões sem motivo, além de nenhuma contratação. Ou seja, o banco demite funcionários que lidam com o público e delegam mais serviço para os remanescentes, o que acarreta em uma sobrecarga desumana”, afirma a dirigente sindical.

 

 

Mudança de regras 

 

O Sindicato também tem recebido dezenas de queixas referentes às mudanças de regras da remuneração variável. De acordo com os trabalhadores, o banco impôs mais ponderáveis na AQO (Avaliação de Qualidade Operacional), o sistema que monitora a área operacional das agências.

 

Uma unidade bancária pode pontuar negativamente na AQO até por causa de problemas banais, como por exemplo, uma caneta sem tinta na área dos caixas eletrônicos, se um cliente reclamar. Qualquer pontuação negativa de uma agência na AQO poderá afetar a verba variável de todos os funcionários da unidade.

 

Se uma agência tiver pontuação menor do que 8,5 (em um índice que vai de 0 a 10), nenhum funcionário daquela unidade receberá a verba variável, mesmo que o funcionário da agência tiver conseguido bater todas as metas exigidas pelo banco.

 

“Com menos funcionários, os riscos de ocorrerem erros são maiores. E isso é ótimo para o banco, porque ele esfola o trabalhador, que continua dando lucro. Mas, em contrapartida, o banco não divide esses lucros com o funcionário, ou seja, foram inventadas umas regras no meio do jogo para dificultar o recebimento da verba variável das pessoas”, explica Rosani.

 

Para a dirigente, não é a toa que o resultado da pesquisa de clima organizacional mostrou um nível altíssimo de insatisfação dos trabalhadores, conforme informação recebida.

 

“Até a comissão recebida pela venda de seguros, agora, está condicionada a uma pontuação da AQO superior a 8,5. Não é possível continuarmos assim. Os resultados foram bons, mas poderiam ter sido melhores caso houvesse mais respeito do banco para com os trabalhadores que não são máquinas e menos ainda produtos descartáveis”, ressalta Rosani.

 

Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Os empregados da Caixa Econômica Federal vão às ruas nesta quarta-feira (4) durante o Dia Nacional de Luta contra a extrapolação da jornada e do trabalho gratuito na Caixa. Além de fazer protestos, o objetivo é conscientizar os trabalhadores para o registro correto do ponto.

 

A Contraf-CUT disponibiliza edição especial do jornal Nossa Luta Brasil com manifesto para subsidiar a mobilização dos empregados.

 

Clique aqui para acessar o material.

 

“O excesso da jornada coloca em risco a saúde do trabalhador e também o expõe a erros pela carga exaustiva de trabalho, comprometendo a segurança das unidades espalhadas pelo país. A solução desse problema passa, sem dúvida, pelo cumprimento da jornada de trabalho de seis horas diárias, observado o máximo de 30 horas semanais”, destaca o manifesto.

 

Seja qual for a circunstância, os empregados não são obrigados a trabalhar além da jornada para a qual foram contratados, e tampouco sem o registro correto de tais horas no Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon).

 

“Por isso, é necessário que os trabalhadores marquem corretamente a jornada no Sipon, inclusive as horas extras, de modo que o trabalhador possa ter a garantir de receber pelas horas efetivamente trabalhadas”, afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT. Os bancários devem denunciar, caso sintam-se pressionados a cumprir jornadas extenuantes ou sem o devido pagamento.

 

Plínio reforça que, apenas com a mobilização dos trabalhadores, a direção da Caixa adotará medidas eficazes contra a extrapolação da jornada e contra o trabalho gratuito. “Assim, precisamos nos mobilizar e tomar as ruas das cidades neste dia 4 de abril”, salienta o dirigente da Contraf-CUT.

 

Fonte: Contraf-CUT

Na manhã de quarta-feira (3), os diretores do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense estiveram presente em protesto contra o fechamento da Agência do HSBC em S. J. Meriti. Através de falações no interior da agência, o Sindicato demonstrou sua preocupação e  esclareceu à população quanto ao fechamento de mais uma agência, deixando claro aos funcionários do (HSBC) que devem procurar fazer seus exames periódicos, e não só quando houver uma demissão.

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade conferida ao coração de uma mulher que se transforma em mãe. E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da sua segurança, é o melhor presente que a vida lhe deu.

Parabéns mãe, bancária, vigilante, guerreira, dedicada!

Feliz Dia das Mães!

Durante a rodada de negociação ocorrida nesta quarta-feira (2) com o Banco do Brasil, em Brasília, a Contraf-CUT, federações e sindicatos cobraram o direito dos funcionários à vacinação contra a gripe, conforme compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional 2013. Isto porque as entidades sindicais descobriram, através de reclamações dos bancários, que o banco ainda não havia disponibilizado as vacinas.

A maioria das empresas que promove campanhas de vacinação contra a gripe já possui e/ou já divulgou o cronograma de 2014, porém o BB ainda está paralisado.

“São mais de 100 mil funcionários para serem vacinados e uma definição tardia do cronograma de vacinação pode comprometer a sua eficácia”, alerta William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

A vacina contra a gripe começa a fazer efeito cerca de 15 dias após a vacinação, quando já aparecem os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que tal proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias.

A Contraf-CUT também encaminhou nesta quarta-feira um ofício ao BB, reivindicando a pronta solução do problema. Na negociação, a direção do banco afirmou que o problema será resolvido já na próxima semana.

“Os bancários devem acompanhar junto com as entidades sindicais se a vacinação contra a gripe estará disponível a partir da próxima semana. Os trabalhadores são os nossos olhos, após conquistarmos um direito coletivo na luta. É fundamental que cada bancária e bancário se apropriem dele e façam o direito valer. Qualquer problema que o funcionário ainda encontrar após a semana que vem para utilizar o direito conquistado, deve ser repassado para o sindicato de sua base”, orienta William.

Fonte: Contraf-CUT

Vários sindicatos filiados à Contraf-CUT e do Comando Nacional dos Bancários chamaram greve de 24 horas no BB para esta terça-feira (30). Os funcionários do banco estão parando para protestar contra o novo Plano de Funções e exigir a abertura de negociações sobre este tema. A direção do banco implantou o novo plano de maneira unilateral e desmarcou reunião em que os sindicatos iriam apresentar as suas reivindicações de mudança no novo plano.

 

O funcionalismo está descontente com a redução salarial imposta para as novas Funções Gratificadas de 6 horas e com o novo valor do Adicional de Função Gratificada, definido pelo banco em 10% do valor do VR da função. Os comissionados de 8 horas também ficaram revoltados com o novo valor estabelecido para o Adicional de Função de Confiança e só aderiram ao novo plano porque o banco colocou a faca no pescoço de cada um, ameaçando descomissionar quem não aderisse.

 

O funcionalismo também percebeu que o critério de remuneração do novo Plano de Funções transformou o VR para cada cargo de piso em teto, reduzindo as verbas de ajuste para cada aumento no salário que o funcionário tiver. A intenção do banco é reduzir despesas com a folha de pagamento – esta foi a maneira que o banco encontrou para não incorporar de vez no salário do comissionado conquistas como o adicional de mérito e outras verbas, impedindo que o funcionário ultrapasse o valor do VR correspondente a seu cargo.

 

 

Em vez de diálogo, ataques e truculência 

 

A direção do BB, em vez de dialogar e negociar com os representantes dos trabalhadores, tem abusado de boletins pessoais dirigidos aos funcionários para atacar os sindicatos da Contraf-CUT e do Comando, que juntos representam 95% dos bancários de todo o Brasil através da Convenção Coletiva de Trabalho – CCT. Este ataque do patrão mostra que os sindicalistas estão no caminho certo, criticando, questionando, reivindicando, organizando os trabalhadores e incomodando os dirigentes da empresa.

 

No último boletim pessoal, a direção do banco mandou um diretor reafirmar que não negocia o Plano de Funções, mostrando total falta de respeito com os funcionários, que estão descontentes com o modelo do plano de funções e a maneira como foi implantado. Não reconhecem também que transformaram a vida dos bancários num inferno, com tanta pressão por metas, ameaças, torpedos, telefonemas estúpidos e outras formas de assédio moral.

 

O banco ressuscitou outro tema, a PLR, criticando o fato de existir uma parcela fixa paga a todo mundo, independente do salário. Como todos sabem, a PLR é composta de uma parcela fixa e outra proporcional ao salário modal de cada cargo. A parcela fixa é uniforme para todos. Foi criada para favorecer os salários mais baixos. A direção do banco nunca concordou com esta forma de distribuição, porque sempre quis pagar menos a quem ganha menos para sobrar mais para a cúpula do banco, principalmente para eles próprios.

 

Nos últimos anos o banco reduziu o valor da parcela fixa e propôs zerá-la na campanha salarial de 2012. Diante desta proposta indecente, os negociadores da Contraf-CUT exigiram escrever no Acordo Coletivo o valor da parcela fixa, de no mínimo R$ 495. O banco aceitou escrever o valor, mas não a palavra “mínimo”, para poder dar o troco no semestre seguinte, como de fato aconteceu.
Fonte: Contraf-CUT

Em reunião realizada nesta quarta-feira (02) no Palácio Avenida, em Curitiba, a Contraf-CUT, federações e sindicatos manifestaram a preocupação dos bancários com relação à decisão do HSBC de fechar agências no Brasil. Números preliminares levantados pelas entidades sindicais já apontam cerca de 17 agências encerradas e em torno de 150 trabalhadores já foram desligados em todo o país.

“Estamos muito preocupados com a postura do HSBC de fechar agências no Brasil, ao contrário do que a direção do banco sempre afirma com relação aos investimentos. Num primeiro momento nos parece que a empresa não está levando em conta as situações econômicas favoráveis de cada região, não olha para o lado social e, o que é pior, como fica o futuro das pessoas e o clima entre os trabalhadores diante deste quadro de encerramento de agências?”, questionou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, que participou da reunião.

Pelo HSBC, estiveram presentes o diretor de Recursos Humanos, Juliano Ribeiro Marcilio, e o representante de Relações Sindicais, Eliomar Scheffer.

Protestos de bancários e clientes

Em algumas regiões do país, os bancários já vêm realizando paralisações e protestos contra o fechamento de agências. No último dia 21 de março, o Sindicato dos Bancários de Petrópolis (RJ) fez uma manifestação em frente à agência Posse, único estabelecimento bancário do distrito, depois de o banco ter anunciado que pretende encerrar a dependência.

A mobilização contou com apoio dos funcionários, moradores, imprensa, políticos e empresários da cidade, resultando num abaixo-assinado contendo com 1.221 adesões e reivindicando a manutenção das atividades da agência Posse. O documento foi entregue em mãos ao diretor do banco.

“A noticia do fechamento dessa agência não condiz com o potencial da região e causou grande indignação entre os moradores, que se perguntam como o banco pode simplesmente encerrar uma agência com um histórico de pioneirismo de 35 anos na cidade? Estamos aqui reivindicando que a direção do banco reveja a sua decisão de fechar a agência”, cobrou o presidente do Sindicato dos Bancários de Petrópolis, Luiz Cláudio.

Reestruturação em andamento

O diretor de RH do HSBC explicou que o banco passa por uma grande reestruturação mundial já anunciada pela alta direção da empresa. Ele disse que no Brasil muitos executivos foram substituídos, o banco está modificando programas internos, como por exemplo o da remuneração variável, haverá grande investimento tanto em capital como em infra estrutura para os próximos três anos.

Quando questionado se o banco tem plano de encerrar mais agências, Juliano disse não ter todas as informações necessárias para o momento, mas se comprometeu no prazo de uma semana retornar ao movimento sindical um quadro atualizado sobre a situação, bem como ficou de trazer algumas soluções para os problemas das 17 agências apontadas. Ele afirmou ainda a disposição do HSBC em organizar um fórum especifico para dialogar sobre as agências do banco.

Quando questionado sobre a retomada das negociações especificas e o retorno sobre a formalização do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), Juliano disse estar dependendo da substituição do ex-diretor de Relações Sindicais, Antonio Carlos, que se se aposentou.

Bancários exigem proteção ao emprego

Ao final da reunião, os dirigentes sindicais cobraram a importância de continuar tratando como prioridade a questão do fechamento de agências, independente de decisões que digam respeito às mudanças de diretores ou programas internos do banco.

“É visível o impacto negativo causado pela extinção de agencias do banco, chega a ser desumano, pois sabemos que, havendo boa vontade e disposição da empresa, poderá sim, quando não houver outra solução, reaproveitar as pessoas dentro da empresa”, defendeu Elias Hennemann Jordao, presidente da Fetec-CUT/PR.

Fonte: Contraf-CUT

O Grupo Itaú, formado por 20 empresas, lidera o ranking das 30 empresas que mais geraram reclamações à Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) no primeiro trimestre de 2012. A classificação, atualizada diariamente e disponível no site do órgão, mostra que o grupo gerou 2.647 reclamações neste ano. Depois do Itaú, as empresas com mais reclamações foram Telefônica (1.889) e o Bradesco (1.453).

 

O Itaú resolveu 91% dos casos na fase preliminar do atendimento. “A maioria dos casos foi resolvida quando fomos acionados pelo cliente do banco, isso quer dizer que a instituição poderia investir mais no atendimento feito pelo SAC [Serviço de Atendimento ao Cliente] para evitar o prejuízo do consumidor e o descontentamento com o serviço prestado”, disse o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes. A Telefônica apresentou solução para 82% e o Bradesco para 78% dos casos, na fase preliminar.

 

Em nota, o Itaú disse que irá continuar a investir para reduzir falhas e aprimorar os serviços de atendimento ao cliente, “para que essas questões sejam resolvidas diretamente com a instituição, sem a necessidade do envolvimento do Procon”.

 

“A quantidade de casos resolvidos de forma rápida e consensual [91%] demonstra a preocupação e cuidado com que o Itaú Unibanco trata cada manifestação de seus clientes”, explicou o banco.

 

O Bradesco disse, por meio de nota, que “a queda da posição do Bradesco no ranking do trimestre é resultado do esforço permanente para melhorar a qualidade do atendimento aos seus clientes”. No entanto, segundo o Procon-SP, não houve, anteriormente, ranking online divulgado.

 

A Telefônica foi procurada, mas não enviou seu posicionamento até o fechamento da reportagem.

 

Lançado em no Dia Mundial do Consumidor, 15 de março, o ranking online, divulga no site do Procon o nome das empresas mais reclamadas desde janeiro de 2012, a lista das irregularidades e as empresas que fazem parte do grupo de negócios, além do índice de casos solucionados.

 

Fonte: Agência Brasil