Nesta quarta-feira (15/4), o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense participou da Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília, realizada pelas centrais sindicais.
Pelo Sindicato, estiveram presentes os diretores: Renata Soeiro, Roberto Domingos, Elizabeth Paradela e Fernando Correia.
A marcha foi precedida de uma plenária da CONCLAT (Conferência da Classe Trabalhadora), que aprovou a Pauta da Classe Trabalhadora atualizada com as prioridades para o período de 2026 a 2030.
O documento será entregue ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministros, às presidências da Câmara e do Senado. A concentração e a Conferência acontecerão a partir das 8h, e o início da marcha rumo à Esplanada dos Ministérios será às 10h30.
“Com unidade do movimento sindical, vamos a Brasília no dia 15 de abril com as nossas pautas históricas e prioridades atuais para, mais uma vez, fazer uma grande marcha em defesa da classe trabalhadora, para pressionar e cobrar mais direitos, mais empregos, mais saúde e mais educação. Todas as categorias estarão representadas, para que cada uma leve a sua bandeira de luta e, juntos, defenderemos a Pauta da Classe Trabalhadora 2026.”
Sérgio Nobre destaca na Pauta da Classe Trabalhadora o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, reivindicação que tem o total apoio do Partido dos Trabalhadores.
“A agenda do Congresso Nacional precisa refletir as necessidades do povo, como o fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Vamos entregar essas demandas ao deputado Hugo Mota [presidente da Câmara dos Deputados]”, afirma Sergio Nobre.
A vice-presidenta da CUT e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, também destaca a unidade das centrais sindicais e a centralidade da redução da jornada com a defesa do fim da escala 6×1.
“É uma marcha unitária em defesa da redução da jornada sem redução de salário e do fim da escala 6×1, para garantir mais tempo de vida aos trabalhadores”, enfatiza.
*com informações da CUT